Mc carcarás do ingá

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Honda faz recall da XRE 300 e CRF 230F por problema na balança traseira

Balança traseira pode trincar e se romper. Campanha atinge 11.819 unidades dos dois modelos


A Honda convoca os proprietários das motocicletas XRE 300 e CRF 230F ano e modelo 2015 a comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para a substituição gratuita da balança traseira. A campanha de recall afeta 11.819 unidades e o atendimento começa no dia 01 de junho.


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Em alguns casos pode ocorrer a trinca da balança traseira e, com a fadiga, o componente pode se romper, afetando a dirigibilidade do veículo e expondo o motociclista a risco de queda ou colisão. Ou seja, lesões graves ou até mesmo fatais. A substituição da peça poderá ser realizada gratuitamente em qualquer concessionária da marca. Porém, antes de se dirigir a um dos endereços da rede Honda, o consumidor deverá verificar no site honda.com.br/recall/motos o número do chassi de sua moto, uma vez que nem todos os veículos dentro dos intervalos relacionados acima estão envolvidos na campanha. Confira as unidades atingidas nas tabelas.


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Para localizar a revenda mais próxima de sua residência, acesse: honda.com.br/concessionarias ou ligue para a Central de Atendimento: 0800-701-3432, que funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h. (Por Aldo Tizzani)


Fonte: infomoto

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Linha 2016 da Yamaha V-Max chega ao país por R$ 130 mil


A Yamaha do Brasil iniciou as vendas da linha 2016 da V-Max sem fazer muito barulho, mas com o estrondoso preço sugerido de R$ 130 mil. A máquina da marca japonesa era esperada com entusiasmo pelas fãs desde sua apresentação no país, no Salão Duas Rodas de 2013.

Importada do Japão, a nova V-Max vem equipada com poderoso motor V4 de 1.679,48 cm³, DOHC, refrigeração líquida, que desenvolve a potência descomunal de 200 cavalos a 9.000 rpm e torque de 17,01 kgfm a 6.500 rpm.

Com dimensões generosas (quase 2,40 m de comprimento), a marca dos três diapasões produz a robusta V-Max com quadro de alumínio e sistema de exaustão com quatro escapes de titânio. O câmbio é cinco velocidades. O tanque de combustível tem capacidade para 15 litros e o peso em ordem de marcha é de 310 kg.




 Fonte: www.moto.com.br




Salão Duas Rodas inicia a venda de ingressos para edição 2015

Evento acontece em São Paulo (SP) entre os dias 7 e 12 de outubro; primeiro lote tem preços promocionais

 

Foto: Salão Duas Rodas

A organização do Salão Duas Rodas anunciou o início das vendas dos ingressos para a edição 2015 do evento, marcado para acontecer em São Paulo (SP) de 7 a 12 de outubro. Para o dia 7, o preço estipulado é de R$ 28. Quem quiser visitar a exposição nos dias 8 e 9, pagará R$ 35 e, por fim, os ingressos para os dias 10, 11 e 12 custam R$ 42. O primeiro lote tem preços promocionais para quem curtir a página do evento no Facebook. O desconto é de 50%.

Mais de 262 mil visitantes são esperados nesta edição do Salão. A organização estima que estarão presentes nos 110 mil metros quadrados de área do Anhembi cerca de 600 marcas de 22 países. Mais informações sobre o evento no www.salaoduasrodas.com.br.


 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Honda CBR 500R, R$ 25.673, dá acesso comedido ao time esportivo

 Ricardo Jaeger/Infomoto



Com preço público sugerido de R$ 25.673 e disponível apenas na versão com freios com ABS (sistema antitravamento), a Honda CBR 500R quer atrair entusiastas de motos "speed", pilotos oriundos de modelos mais esportivos e também de nakeds de baixa cilindrada. Acaba sendo uma escolha racional: mais barata do que as esportivas médias, como a Honda CBR 650F (R$ 30.690), e mais potente que a Kawasaki Ninja 300 ABS (R$ 22.990), a CBR 500R se mostra fácil de pilotar, com motor amigável e ciclística simples.


Mas é uma receita que não se traduz em sucesso de venda. Nos quatro meses deste ano foram emplacadas 440 unidades da Honda 500R, contra 770 da Ninjinha 300, líder da categoria. Seu papel é realmente complicado: agrada a quem entra no mundo das esportivas pelo visual radical, aliado à facilidade de pilotagem, posição confortável e a suavidade do motor; por outro lado, afasta entusiastas pelo desempenho comedido.


Para descobrir na prática por que a esportiva da Honda não caiu no gosto do motociclista brasileiro, fomos de São Paulo (SP) a Porto Alegre (RS) numa jornada de cerca de 1.400 quilômetros sobre a CBR 500R.
 

DNA de superesportiva

 

Se depender do visual, a CBR 500R mostra que está pronta para impressionar. Ela é francamente inspirada na mais famosa superesportiva da marca da asa, a CBR 1000RR Fireblade. Principalmente por conta do conjunto óptico duplo e das linhas arredondadas da carenagem.


O esquema de pintura tricolor -- branca com detalhes em azul e vermelho -- e a carenagem dão corpo ao modelo. Além de contribuir para diminuir o arrasto e aumentar a proteção aerodinâmica do piloto, a carenagem deixa a 500R com porte de moto grande. Durante as paradas para abastecimentos, muitos perguntavam sobre a moto e se impressionavam ao saber que se trata de uma 500 cc.


Ficha Técnica: Honda CBR 500R ABS
  • Motor: DOHC, dois cilindros, 471 cm³, oito válvulas, arrefecimento líquido.
  • Potência máxima: 50,4 cv a 8.500 rpm.
  • Torque máximo: 4,55 kgfm a 7.000 rpm.
  • Câmbio: seis marchas, transmissão final por corrente.
  • Alimentação: injeção eletrônica e partida elétrica.
  • Suspensão: dianteira por garfos telescópicos de 120 mm de curso; traseira por braço oscilante Pro Link de 119 mm de curso.
  • Freios: disco simples de 320 mm de diâmetro com pinça de dois pistões à frente; 240 mm de diâmetro com pinça de um pistão na traseira.
  • Rodas e pneus: 120/70-17 na dianteira; 160/60-17 atrás.
  • Dimensões: 2.075 mm x 740 mm x 1.145 mm (CxLxA); 1.410 mm (entre-eixos), 140 mm para o solo
  • Altura do assento: 785 mm.
  • Peso: 183 kg (a seco).
  • Tanque: 15,7 litros.
Divulgação
Mais esguia que esportivas maiores, CBR 500R muda de direção de forma rápida

 

Como anda

 

A CBR 500R está equipada com motor de dois cilindros paralelos, DOHC (duplo comando de válvulas) com 471cm³ e arrefecimento líquido. Capaz de oferecer 50,4 cavalos de potência a 8.500 rpm e torque máximo de 4,55 kgfm aos 7.000 giros. Seu funcionamento é suave, progressivo e eficiente. O câmbio de seis velocidades possui embreagem multidisco e oferece engates precisos.


O manete da embreagem tem acionamento bem macio e suave. Mesmo em meio ao trânsito travado das capitais, encontrar o neutro era uma tarefa bem fácil.


Na Serra do Cafezal (SP), o trecho mais tenso da viagem. A 500R até permitiu ultrapassar caminhões com segurança, mas foi preciso reduzir marchas para usar a força de retomadas -- em alguns momentos, quando faltava fôlego ao  comportado motor, era preciso contar com o sistema de freios.


Os discos no formato margarida têm 320 mm de diâmetro e pinça de dois pistões, na frente, e, na traseira, 240 mm, acionado por pinça de pistão único. De funcionamento progressivo, o sistema permite ousadias do piloto que ainda pode contar com o sistema ABS, uma chance a mais de manter o controle.


De volta ao trecho de pista dupla e sem caminhões, a CBR 500R demonstrou ter condução fácil e prazerosa. Somados à posição das pedaleiras, os semiguidões proporcionam uma posição ao estilo sport-touring, meio termo entre superesportivas e motocicletas urbanas. Não cansa e é confortável para o piloto.


Ricardo Jaeger/Infomoto
Tocada é divertida, mas é preciso dosar aceleração e retomadas com bom uso do câmbio
 
 
O banco, apesar de bipartido como nas superesportivas, tem espuma macia e aconchegante, tanto para o condutor quanto para o garupa. Feito em dois níveis, permite que o piloto se encaixe adequadamente à motocicleta. Na longa jornada, este tipo de assento oferece bom nível de conforto. 
 
 
Em alguns trechos de obras -- caso da BR 101, já em Laguna (SC) --, as suspensões copiaram bem as irregularidades do piso. Suas rodas de alumínio fundido calçam pneus sem câmara nas medidas 120/70 ZR-17 na dianteira e 160/60 ZR-17 na traseira.


Outro destaque vai para o painel integrado, totalmente digital e completo. A luz de fundo é branca e todas as informações estão presentes como, por exemplo, hodômetros total e parcial, velocímetro, conta-giros, além de marcador de combustível, medidores de consumo instantâneo e médio, tudo muito útil em viagens.


Apesar do bom desempenho em estrada, há poucos pontos de fixação de bagagem. Se a ideia for fazer longas viagens, baúleto ou malas laterais são necessários.


O consumo merece elogio: em velocidade de cruzeiro a 5.500 giros, o consumo foi de pouco mais de 28 km/l. Uma boa marca para uma moto de média capacidade cúbica. Com tanque de capacidade para 15,7 litros, o motociclista pode projetar uma autonomia de quase 400 quilômetros.


Outro ponto positivo é a bolha da carenagem -- o piloto não sofre tanto com o vento no peito em velocidades mais altas.
 

Vai bem no trânsito?

 

Já na capital gaúcha, um problema comum às nossas grandes cidades: congestionamentos. Por ser esguia -- são 740 mm de largura --, a CBR conseguiu se desvencilhar de apertos e seguir tranquila pelos corredores. Claro, nas mudanças de direção, o piloto não conta com a mesma facilidade de uma naked ou trail em função do reduzido ângulo de esterço do guidão.


Mas o bom torque do motor, associado ao escalonamento das marchas, torna a tarefa de rodar entre os carros relativamente fácil para uma moto com vocação esportiva. Outra vantagem do projeto racional da CBR 500R é a posição dos espelhos retrovisores. Diferentemente do que ocorre com modelos maiores, a visão não é prejudicada pelos braços do piloto.


Na pista

 

Quando foi apresentada na pista, a CBR 500R mostrou que é capaz de empolgar pilotos iniciantes, permitindo buscar adrenalina em eventos de "track day" ou em competições. Adequada no contorno de curvas, seu motor mostrou torque em rotações mais baixas, sem pedir tantas trocas de marcha. Passadas que seriam feitas em segunda marcha com outras motocicletas, acabaram vencidas com a terceira marcha, com força o suficiente para acelerar na saída da tangente, sem sustos ou "buracos" de aceleração. Nessa ocasião, a velocidade máxima foi de 170 km/h.


Aldo Tizzani
Da Infomoto


Fonte: infomoto

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Supermotard elétrica da KTM é lançada na Europa



Nesta semana, a KTM finalmente apresentou à imprensa européia sua supermoto elétrica, mostrada pela primeira vez no Salão de Colônia de 2014. A E-SM é a terceira integrante da família Freeride E, que já conta com uma moto de cross, a E-SX, e uma trail, a E-XC, todas elétricas. A supermotard E-SM tem o mesmo motor elétrico de 21 cv, alimentado por baterias de íon-lítio, porém traz rodas de 17 polegadas calçadas com pneus esportivos Pirelli Diablo Rosso.


Na parte ciclística, um quadro de alumínio com suspensões da grife WP. De acordo com a marca, o desempenho do modelo equivale a uma moto de 250cc com motor a combustão interna. A E-SM traz três mapas de utilização que equilibra o desempenho e a autonomia da bateria. Na Europa, o modelo poderá ser emplacado e conduzido por motociclistas recém-habilitados. O preço sugerido é de 11.595 Euros (cerca de R$ 40.000), o valor mais alto entre os três modelos da família Freeride E.


Fotos: KTM/Divulgação

Fonte: www.moto.com.br 

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Victory terá moto elétrica no TT Ilha de Man 2015

O protótipo será pilotado por William Dunlop e por Lee Johnston; prova será disputada no próximo dia 10


A Victory anunciou que participará do TT Ilha de Man neste ano com um protótipo elétrico. Esta é a primeira vez que a marca americana entra em uma competição na Europa e, mais do que isso, corre com um modelo elétrico.

“Toda a equipe está animada para fazer história. Sabemos que a experiência de William Dunlop e o desenvolvimento contínuo desta moto de corrida da Victory com a Parker, fornecedora do motor, irá nos impulsionar para um futuro forte com motocicletas elétricas”, disse Rod Krois, gerente geral da Victory.

Os pilotos serão William Dunlop e Lee Johnston, que disputarão a prova nas ruas e estradas no dia 10 de junho. “Motores elétricos têm muitas vantagens, e a Ilha de Man é um dos maiores testes para corridas de motos”, disse Dunlop. Lee Johnston completou: “estou animado para fazer história com esse protótipo. É legal fazer parte desse movimento emergente de motocicleta elétrica”.

Produção de motocicletas cai 17,4% de janeiro a abril

Nos quatro primeiros meses de 2015, saíram das fábricas 462.043 unidades, volume inferior ao registrado no mesmo período do ano passado

 

A produção de motocicletas no Brasil diminuiu 17,4% nos primeiros quatro meses de 2015. No ano passado, saíram das fábricas do país 559.075 motocicletas, neste ano, porém, o número foi 462.043. Só em abril, a produção somou 101.856 unidades, volume 30,7% menor com relação ao mesmo mês de 2014. Os dados são da Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.

Para Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, o cenário atual é de desconfiança, mas existe uma perspectiva de melhora no segundo semestre. “O mercado reflete os sinais de incertezas do cenário macroeconômico. É um momento de cautela, uma vez que o consumidor se mostra apreensivo diante do baixo crescimento da economia brasileira, aceleração da inflação e riscos à empregabilidade. Após as férias coletivas de meio de ano, esperamos uma melhora nos negócios em função de fatores que poderão estimular o mercado, como o Salão Duas Rodas, que contará com lançamentos e muitos atrativos para os consumidores”, estima.

A queda na produção é resultado das vendas também em ritmo lento. De janeiro a abril deste ano, o mercado recuou 10,6% no número de emplacamentos, segundo a Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Indian cria série customizada para a moto Scout


A centenária fabricante americana Indian (marca controlada pelo Grupo Polaris) anuncia o lançamento de uma série customizada para o lendário modelo Scout, em comemoração à sua chegada ao mercado na década de 1920.


Na campanha promocional das Scout customizadas aparece o astro de Hollywood Mark Wahlberg, conhecidos por filmes como Ted, Max Payne, entre outros, no comando de uma Custom Military Scout.


O modelo Scout em sua roupagem Custom Military Scout tem assinatura da renomada oficina de customização Klock Werks Kustom Cycles, que fica na cidade de Mitchell, no Estado de Dakota do Sul.


Aproveitando o bom momento da Indian nos Estados Unidos e a participação em grandes eventos de motos na Europa, a marca é esperada com ansiedade no mercado brasileiro. Isso pode acontecer no próximo Salão Duas Rodas, em outubro, na cidade de São Paulo.





- Confira o vídeo da Indian Custom Military Scout com Mark Wahlberg



Fonte: www.moto.com.br

Honda CB 650F recupera liderança nas vendas na categoria Naked

Segundo colocada em março, modelo voltou ao topo no Ranking de Vendas no último mês de abril; Yamaha MT-07 estreia na quarta posição

 

Foto: Mario Villaescusa


A Honda CB 650F recuperou a liderança nas vendas na categoria Naked em abril. Depois de ser superada pela CB 500F em março, a 650cc voltou ao topo no Ranking de Vendas Duas Rodas ao emplacar 313 unidades no mês passado, deixando a CB 500 (283) em segundo lugar. A substituta da Hornet vendeu 56 unidades a mais em comparação com o mês imediatamente anterior, enquanto a naked de entrada da Honda emplacou 31 motos a menos.


Mesmo saltando de 181 para 207 motos emplacadas de março para abril, a Yamaha XJ6 manteve o terceiro lugar na lista. Em quarto lugar aparece a MT-07, que emplacou em seu primeiro mês cheio de vendas 170 unidades. A estreante no ranking deixou para trás, pela ordem, Honda CB 1000R e Yamaha MT-09, separadas por apenas duas motos.


Kawasaki Z800 ficou na sétima posição, com a irmã maior Z1000 logo atrás. BMW F 800 R e Suzuki GSR 750 fecham o ranking das dez mais vendidas em abril.


As dez mais na categoria Naked:
 
1ª Honda CB 650F                 313
2ª Honda CB 500F                 283
3ª Yamaha XJ6                      207
4ª Yamaha MT-07                  170
5ª Honda CB 1000R              120
6ª Yamaha MT-09                  118
7ª Kawasaki Z800                  79
8ª Kawasaki Z1000                69
9ª BMW F 800R                    52
10ª Suzuki GSR 750              51

 

Fonte: www.revistaduasrodas.com.br

Honda confirma volta da Africa Twin já em 2015

Foto divulgada hoje mostra conjunto óptico de dois faróis e visual mais aventureiro que a Crosstourer


Depois de apresentar o conceito True Adventure no Salão de Motos de Milão no ano passado, a Honda confirma a volta de um dos nomes mais celebrados e representativos do motociclismo – a Africa Twin. Em comunicado enviado hoje (12 de maio) à imprensa do mundo todo, a fábrica japonesa divulgou duas fotos do modelo, que irá se chamar CRF 1000L Africa Twin, e deverá chegar às concessionárias da Europa no final deste ano.


O conceito True Adventure havia dado uma forte indicação da direção e intenções do desenvolvimento da nova bigtrail, que apresenta um visual mais aventureiro que a atual VFR 1200X Crosstourer e deverá ter também mais aptidões off-road.


CRF1000L Africa TwinImagem lateral confirma que a CRF 1000L não deverá ter motor em “V'', mas sim um bicilíndrico (twin) paralelo


Por outro lado, a Africa Twin vai estar equipada com a opção da nova evolução da tecnologia DCT (Dual Clutch Transmission – Transmissão de Dupla Embreagem) da Honda assim como a Crosstourer. Porém, a marca adverte que esta mais recente evolução do DCT foi desenvolvida e programada especificamente para oferecer a capacidade de fora-de-estrada, característica da Africa Twin.


true_advConceito True Adventure, mostrado em Milão no ano passado, foi a base para a renascida Africa Twin (foto: Arthur Caldeira)


Embora não tenha revelado as informações sobre a motorização e a ciclística, pode-se deduzir que o modelo não terá um motor em “V'' como revela sua nomenclatura “CRF'', usada nas motos off-road profissionais da Honda. O que confirma sua vocação para o fora-de-estrada. A marca da asa promete que a nova CRF1000L Africa Twin vai redefinir as expectativas das capacidades que uma moto de aventura de grande cilindrada deve ter, tanto na estrada, como fora dela e abre um capítulo completamente novo na ilustre história da Honda no campo das motos “dual-purpose'' feitas para a aventura de verdade.


Um pouco de história


Africa_Twin

A XRV650 Africa Twin original – lançada em 1988, após a 3ª das 4 vitórias consecutivas da Honda no rally Paris-Dakar – representou a perfeição no conceito de moto de aventura. A sua capacidade de rodas em qualquer tipo de terreno, a durabilidade robusta, a condução fácil e o excelente conforto para pilotar durante todo o dia fizeram dela um sucesso de vendas entre os moto-aventureiros. O modelo ajudou a definir um segmento que, agora, cresceu e se tornou mundialmente um dos mais populares. A nova Africa Twin permanece fiel a todos os atributos e capacidades da XRV650 e da sua sucessora, a XRV750, mas, de acordo com a marca, com os benefícios de tudo o que a Honda aprendeu durante a última década em termos de motos de estrada e de fora-de-estrada, incluindo o regresso da equipa HRC ao Dakar em 2013. (por Arthur Caldeira / fotos: Divulgação/Honda)


Fonte: infomoto