Mc carcarás do ingá

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Yamaha cria versões off-road e esportiva de seu scooter de 3 rodas

03Gen-X pode rodar na terra e possui influência do estilo Scrambler.
Modelos são destaques da empresa no Salão de Bangcok, na Tailândia.

Yamaha 03Gen-X (Foto: Divulgação)

 

Mostrando que segue investindo na ideia dos veículos de 3 rodas, a Yamaha revelou nesta quarta-feira (25) dois novos conceitos baseados em seu scooter Tricity. As novidades são destaques no Salão de Bangkoc, na Tailânida, e mostram leituras esportiva e off-road para o modelo.

 

Com visual futurista, a 03Gen-F foi concebido com base no tema "competição do futuro", apresentando linhas bem marcadas, com spoilers e carenagens laterais. Já o outro conceito, batizado de 03Gen-X, mostra características de uma Scrambler, com visual retrô, rodas raidas e pneus para rodar na terra.

 

Fonte: http://g1.globo.com

Yamaha 03Gen-F (Foto: Divulgação)

 
Yamaha 03Gen-F (Foto: Divulgação)
Yamaha 03Gen-X (Foto: Divulgação)

Aventura: do fim ao começo do rio Amazonas

Grupo de cinco motociclistas, liderados pelo brasileiro Marcelo Leite, percorre o Amazonas para vivenciar a realidade de índios e ribeirinhos

 

Fotos: Miguel Leite

Quando se fala em Amazônia é natural passar pela nossa cabeça vegetação densa e fechada, animais selvagens e índios quase sempre nus. Convenhamos, difícil é fugir desse estereótipo, não importa se o indivíduo é um estrangeiro que pouco sabe sobre o Brasil ou até mesmo um nativo. Fato é que a Amazônia envolve a palavra mistério, que por sua vez instiga a descoberta.
Baseado nessa constatação, o expedicionário Marcelo Leite, junto de mais quatro amigos estrangeiros, planejou uma viagem cuja principal referência seria o rio Amazonas, o qual nasce de um filete de água congelada em montanhas no Peru e vai ganhando forma e força em território brasileiro até desaguar no oceano Atlântico. “A ideia era ter como linha mestra o rio, contar a história das comunidades na bacia do Amazonas no sentido mais amplo possível”, explica Leite. Nasceu assim a expedição Raízes do Rio Amazonas.

A partida foi da pequena Curuça, no Pará, próxima da foz do Amazonas, de onde cruzariam toda a região por 9.500 km até a nascante no Peru. A água foi um grande obstáculo para chegar a determinadas comunidades, então precisaram atravessar trechos em barcos e pequenas canoas que até o fim do roteiro totalizariam 1.000 km. “Só nos restava confiar nos transportadores locais e exercitar a fé”, brinca Leite.

O contato com os locais era um dos pontos altos da viagem. Quando os motociclistas chegavam a uma cidade, eram atração. Surgiam muitas perguntas, curiosidade, sempre com um clima amistoso, a ponto dos moradores oferecerem alimento e hospedagem. “Nas comunidades à beira do rio muita gente anda de moto, jovens, adultos e até senhoras. Por isso, não era raro encontrar em quitandas, junto a tomates e cebolas, pneus e kit relação. Asfalto também não falta. Os políticos entenderam que isso faz toda a diferença na vida da população”, revela.

O contato com tribos indígenas, diz Marcelo Leite, foi muito positivo. “Somos gratos a eles por nos mostrarem seu mundo e se desdobrarem para nos receber bem.” Como retribuição, os expedicionários se comprometeram a conectá-los a outros povos que também têm como parte de vida cotidiana o rio Amazonas. Nos encontros, gravavam depoimentos de índios contando sobre sua vida e depois perguntando algo a outros grupos que não conheciam. As gravações nas diferentes tribos resultaram em um DVD, que agora está em processo de legendagem e será entregue a todas as tribos visitadas.

Os dois meses de viagem e 9.500 km percorridos proporcionaram muitas descobertas e aprendizado aos aventureiros. “O elo comum a povos tão diferentes que encontramos na expedição é o rio, que é essencialmente o ar e o relógio deles. Do rio tiram o alimento, movimentam a economia, é o meio de transporte e a diversão. Aprendemos a enxergar o rio Amazonas como um elemento vivo.”

Um detalhe chamou a atenção do grupo nessa expedição, um sentimento já visto em outras partes do mundo e que se confirmou agora. “O objetivo maior de pessoas que vivem em comunidades simples é ter uma família e poder encaminhar os filhos na vida dando educação. Às vezes nos esquecemos disso, por isso é um tapa na cara, um amadurecimento. Pode parecer uma ambição pequena, mas para mim é gigantesco”, conclui.

 

Fonte: http://www.revistaduasrodas.com.br





quarta-feira, 25 de março de 2015

Crise bomba moto usada, que vende o dobro em relação à 0 km

Isadora Brant/Folhapress
Consumidor olha loja de motos usadas e peças no centro de São Paulo (SP)
Consumidor olha loja de motos usadas e peças no centro de São Paulo (SP)
Atualmente, para cada motocicleta nova emplacada no Brasil, outras duas usadas são negociadas. Os dados são da Fenabrave (associação dos concessionários): no primeiro bimestre de 2015, enquanto o país emplacou 202.435 motos zero quilômetro, outras 408.650 unidades que já estavam em circulação trocaram de dono. 


A proporção já havia sido observada no ano passado, quando as lojas independentes negociaram 2.805.976 motocicletas, contra 1.429.902 comercializadas por concessionárias de novas.


Para Alarico Assumpção Jr., presidente Fenabrave, o fenômeno se justifica pela maior flexibilidade nas negociações entre consumidor e lojista.  "Como a relação interpessoal é mais próxima, especialmente em estabelecimentos menores, há certa flexibilização no acordo, como entrada parcelada, por exemplo", explicou.


Isso explica por que, apesar do ano difícil, com previsão de vendas um pouco abaixo de 2014, o mercado de usadas segue em bom ritmo, com crescimento de quase 10% de 2013 para o ano passado.


Outro ponto, segundo o executivo, é que os consumidores estão usando mais recursos da carta de crédito dos consórcios para adquirir motos seminovas. "Em vez de uma moto nova, algumas pessoas preferem comprar uma usada e usar o dinheiro que economizaram para pagar dívidas", observou.

Setor de motopeças agradece

 

Quem está satisfeito com esse crescimento são os fabricantes de motopeças, já que muitos compradores de motos usadas investem em revisões para deixar sua companheira em perfeitas condições de uso.  

Apu Gomes/Folhapress
Procura por revisão de motos usadas à venda e a tão criticada alta do dólar estão ajudando setor de motopeças a encarar desaceleração da economia


"Apesar de todas as dificuldades e incertezas do cenário político-econômico, o setor tem se demonstrado firme, com previsão de crescimento na ordem de 10% para este ano", previu Orlando Leone, presidente da Anfamoto (associação dos fabricantes de motopeças).


Ainda segundo Leone, a alta do dólar, tão criticada pelos brasileiros, pode ser outro fator favorável para encarar o momento de crise. "A alta da moeda americana prejudica o comércio de peças importadas aqui, mas favorece a venda dos nossos produtos lá fora. É possível que ela amenize um pouco os efeitos desfavoráveis da economia", concluiu.

 
Aldo Tizzani
Da Infomoto 


Fonte: Infomoto

terça-feira, 24 de março de 2015

Kawasaki pode ter planos de novos scooters


A fabricante japonesa Kawasaki pode lançar outros dois scooters em um futuro próximo. De acordo com informações da imprensa internacional, a casa de Akashi registrou na Europa os nomes J125 e J500 como reserva para futuros produtos da marca. Os modelos poderiam compor uma nova linha com o J300 (foto), primeiro scooter da marca lançado em 2013.

Nos últimos tempos, a Kawasaki tem apresentado novidades tanto nos segmentos de alta quanto de baixa cilindrada, como mostram a superesportiva Ninja H2 e a naked Z300, o que justificaria até o lançamento simultâneo de um scooter de grande porte (500 cc) e outro menor (125 cc). Outro argumento é a existência de produtos com esse perfil, como o Xciting Ri 500 e o Downtown 125 no line-up da Kymco, que é a marca responsável pela base mecânica do J300.

Foto: Kawasaki/Divulgação

Fonte: http://www.moto.com.br

Moto do filme Tron vai a leilão

Tron_LightcycleUma réplica do modelo utilizado no filme de 2010 será vendida em maio, nos Estados Unidos

O modelo, que é elétrico, será leiloado no estado norte-americano do Texas pela RM Auctions. Ao lado da moto, passará também pelo martelo alguns exemplares de uma coleção com mais de 70 carros, pertencente aos entusiastas Paul e Chris Anderson. No acervo, estão inclusos modelos clássicos e raros como um Shelby Cobra 1962 e um Packard Eight de 1938.

Os organizadores do leilão esperam vender a Lightcycle por algo entre 25.000 e 40.000 dólares, o que corresponde a cerca de R$ 80.000 e R$ 125.000. “A moto é totalmente funcional e pode ser pilotada, uma vez que conta com motor elétrico. O motor é alimentado por baterias de íon-lítio e ainda conta com um transmissão eletrônica'', afirma o site da RM Auctions. Alguém se habilita? (por Carlos Bazela)

Fonte: infomoto

segunda-feira, 23 de março de 2015

Moto suja se lava em casa

Deixe de ser preguiçoso e lave você mesmo a moto: é melhor e mais econômico

 

Ê, domingão de sol, perfeito pra um rolê de motoca e… ela está toda suja. Muitos motociclistas nunca tiveram a curiosidade de lavar sua moto, simplesmente levam a uma oficina, ou lava-rápido e ficam felizes da vida. Cuidado! Existe uma mania nacional de lavar moto com água pressurizada, pulverização de querosene ou água quente. Esqueça tudo isso, arregace as mangas e vamos ao trabalho.

Primeiro de tudo, saiba que moto não é carro, por isso o que serve nos carros não funciona para as motos. Aquele festival de jato de água não faz mal ao carro porque ele tem carroceria cobrindo o motor, freios, cabos etc. Na moto, mesmo feita para suportar as intempéries, devemos proteger suas partes, digamos, íntimas. Todo mundo já viu o festival de cabos e fios que passam de um lado para outro. Quando a moto recebe um jato de água pressurizado, a umidade penetra nos chicotes elétricos e pode provocar o maior curto circuito. Por tudo isso, sei que vou entristecer muita gente, mas motos, a exemplo dos adolescentes, NÃO gostam de tomar banho!

Da mesma forma, muitos componentes móveis da moto são protegidos por anéis de borracha (os chamados o-rings), que estão na corrente e juntas como balança, pedal de câmbio e outros. Ao mandar um jato de querosene por cima de tudo, (ou qualquer outro solvente), estas borrachas sofrem um ressecamento e irão rachar, perdendo a capacidade de vedar a entrada de sujeira ou permitindo o vazamento de óleo. A água quente elimina a lubrificação de muitas peças móveis, sobretudo rolamentos e a corrente. Aliás, esta é a maior vítima do excesso de lavagem.

O pior de tudo, mas pior mesmo, que dá vontade de matar o desgraçado que lavou a moto, é o maldito querosene no disco de freio. O querosene é um solvente que leva óleo na sua composição. Caso alguém ainda não saiba, o óleo é um excelente redutor de atrito e os freios vivem de atrito. Eles são que nem sogras: adoram atrito! Se a gente melecar o disco de freio com querosene, na primeira frenagem a meleca vai impregnar as pastilhas e você terá nas mãos uma moto sem capacidade de frear nem pensamento. Sabe o que vai acontecer? Você terá de desmontar a roda, retirar as pastilhas e lixá-las até sair todo o querosene. Ou então ficar uma semana rezando para ninguém entrar na sua frente. Sei que muito féladamãe pulveriza querosene com aqueles compressores amarelinhos que não vou citar a marca. Fuja destes caras, porque eles devem ter convênio com o ortopedista da cidade.

Bão, procure um local abrigado do sol e prepare seu kit-banho-na-motoca, composto de: óculos de proteção (sim, você não quer ser um motociclista zarolho), luvas cirúrgicas (não tem coisa que detona mais a mão do que lavar motos), pincel macio, uma vasilha, a lata de querosene (êpa, como assim? Sim, você pode usar querosene em ALGUMAS partes da moto) ou os produtinhos desengraxantes novos que lançaram no mercado e que não vou dizer a marca, um balde, panos, esponja e a mangueira.

Aquele papo de que jogar água fria no motor quente trinca o bloco é balela, senão todas as motos de enduro e rally teriam partido ao meio cada vez que o piloto atravessasse um rio. Mas espere o motor esfriar antes de jogar água só para não ficar aquele vapor fedorento na sua cara.

Comece pincelando querosene nas partes onde normalmente grudam as sujeiras mais renitentes, como a parte debaixo do motor, nas áreas onde respingam óleo de corrente (sem molhar a corrente com querosene), por baixo dos pára-lamas (que ficam respingados de asfalto derretido), cárter, balança traseira, bengalas, roda traseira (sem atingir o disco ou cubo de freio), raios e bloco do motor. Logo depois jogue água com a mangueira, sem pressão, só para retirar o querosene.

Derreta um pouco de sabão de côco no balde com água até fazer espuma. Megulhe a esponja (não use aquela de dupla face porque risca os cromados) na água e ensaboa a bichinha toda (a moto, a moto!!!), até ela ficar toda coberta de espuma. Comece sempre de cima para baixo, da parte mais limpa para a parte mais suja. Enxágüe com cuidado, sem pressão, até sair todo sabão. Nas motos com escapamento saindo por cima, tome o cuidado de cobrir a saída para evitar a entrada de água. O banco pode ser esfregado com uma escova de cerdas macias, principalmente se for colorido (azul, amarelo, vermelho). Tire todo o sabão.

Antes de enxugar com um pano macio (as fraldas de pano, ou camisetas velhas são excelentes), balance bastante a moto pra frente e pra trás para tirar o excesso de água que fica acumulado em pequenas “conchas”. Destampe o escapamento e ligue o motor só por uns 30 segundos para tirar a umidade. Enxugue principalmente as partes cromadas para evitar a formação de ferrugem. Comece de cima para baixo e depois de tudo sequinho, volte a ligar o motor por uns 2 minutos só pra secar tudo direitinho.

Depois vem as frescuras básicas: polimento e cera, mas só a cada dois meses, para não “gastar” as partes pintadas e cromadas. Nas peças cromadas use limpa prata, com cuidado de usar esponja para espalhar a cera e estopa ou algodão para tirar o excesso e dar brilho. Nas peças de plástico, use cera à base de silicone para não ressecar. No tanque pode-se usar cera automotiva. Mas um aviso: eu não recomendo o polimento do tanque (nem encerar o banco) porque fica tudo mais escorregadio do que uma tilápia ensaboada. Com a moto toda lisinha, se tiver de frear forte, você não terá como se segurar e corre sério risco de bater com os miúdos no tanque e fazer ovos estalados. Nas motos esportivas é pior ainda, porque nas frenagens o peso do corpo é transferido para as pernas vira a maior escorregação em cima da moto.

Mais dicas: * Nunca, jamais, never, passe produtos químicos nos pneus, o famoso “pneu pretinho”, porque pneu já é preto e a química resseca a borracha. * Não lave a moto em cima de plantas, tadinhas, elas morrem de asfixia com o querosene. * Após a lavagem (ou lavação), lubrifique a corrente com graxa branca e também lubrifique o cabo de embreagem com óleo fino. * Cuidado nas primeiras frenagens porque o sistema de freios estará molhado e frio. * Lave a moto em intervalos maiores de 15 dias, melhor ainda a cada 30 dias. * Aproveite a lavagem para verificar o desgaste de peças, checagem das lâmpadas e regulagens diversas. * Os mais frescos podem retirar o tanque e banco, mas não jogue água nestas partes, limpe apenas com pano úmido.

Fonte: Texto e fotos: Geraldo Tite Simões

Polaris lança Sportsman Touring XP 1000 no Brasil

Foto: Polaris/Divulgação


A Polaris lança no mercado brasileiro o quadriciclo Sportsman Touring XP 1000. Equipado com motor bicilíndrico de 952 cm³ tem 89 cv de potência máxima e chama a atenção pelo assento extra com encosto para a garupa. O modelo ainda traz amortecedor de direção e sistema eletrônico de gestão 4x4, que liga ou desliga a tração integral sempre que necessário.

“O Sportsman Touring XP 1000 é ideal para quem busca um quadriciclo potente, ágil, versátil e com diversos recursos tecnológicos, que proporcionam uma melhor performance em qualquer tipo de terreno, além de muito mais conforto para condutor e passageiro”, afirma Rodrigo Lourenço, diretor geral da marca na América do Sul. O Sportsman Touring XP 1000 chega às concessionárias da Polaris em abril na cor bronze metálica pelo preço sugerido de R$ 62.900.

Fonte:http://www.moto.com.br

sexta-feira, 20 de março de 2015

Honda Bulldog é moto desenvolvida para lazer e acampamentos

 

Com conjunto robusto, modelo tem pneus para rodar na terra.
Conceito possui motor de 2 cilindros e 399 cc de cilindrada.

 

Após antecipar conceito de moto de baixa cilindrada com visual radical para o Salão de Osaka 2015, a Honda apresentou, na abertura do evento nesta sexta-feira (20), um outro protótipo chamado de Bulldog. Este modelo possui características robustas e foi desenvolvido para aproveitar a vida ao ar livre.

Com rodas de 15 polegadas "calçadas" por pneus para rodar na terra, a moto seria opção para lazer em áreas campestres e para quem deseja acampar. A altura de seu assento pé de 730 mm, favorecendo o alcance dos pés ao solo.

Além de bagageiro na traseira e na dianteira, a Bulldog possui acessórios nas laterais do tanque para levar objetos. Seu motor é de 4 tempos, de 2 cilindros, com 399 cc de cilindrada, que funciona em conjunto com câmbio de 6 marchas.



quinta-feira, 19 de março de 2015

Aprilia Caponord 1200 Rally para qualquer aventura


Carlos Bazela 

As big trails não correm risco de extinção. Embora a atual tendência das fabricantes de moto seja o crossover – modelos com suspensão de longo curso e proposta on-road –, quem busca uma companheira robusta para encarar terrenos inóspitos não ficará órfão. Ao menos no que depender da Aprilia. Está chegando ao mercado europeu a Caponord 1200 Rally, versão da bigtrail já fabricada pela marca italiana com malas laterais rígidas, rodas raiadas e outros equipamentos de série aptos para longas viagens, que não precisam ser necessariamente pelo asfalto.

Visualmente, foram feitas algumas mudanças bem sutis em relação à Caponord standard, mas suficientes para deixar a moto com “look” mais aventureiro. Conferido pelos acessórios, como as barras que protegem a carenagem e o anguloso tanque com capacidade para 24 litros; e o spoiler abaixo do quadro, que guarda o motor de danos mais severos ao topar com uma pedra ou algo do tipo. A moto também recebeu um par de malas laterais rígidas com 33 litros de capacidade cada uma, e dois faróis de neblina em LED. Além dos raios entrelaçados que substituem a estrutura de liga-leve, a Rally recebeu uma roda dianteira maior, de 19 polegadas.

No mais, a identidade visual da Aprilia foi mantida no modelo aventureiro. Assim, a Caponord 1200 Rally traz o característico conjunto óptico triplo. Este último, presente não só no modelo standard, mas também na superesportiva RSV4, no maxi scooter SRV e na naked Tuono. O lado esportivo da Aprilia também está presente no escapamento, cuja regulagem de altura permite que a peça fique mais alta quando as malas não estão instaladas. O resultado disso é um maior ângulo de inclinação nas curvas, bem-vindo na hora de percorrer uma estrada sinuosa.




Mais potência, mais cedo
 
O propulsor que move a Caponord Rally tem dois cilindros em “V” a 90º, refrigerado a líquido e com 1.197 cm³ de capacidade. A potência máxima é de 125 cv a 8.000 rpm – mais cedo do que na bigtrail standard – e todo o torque de 11,7 kgf.m está disponível nos 6.800 giros. De acordo com a Aprilia, o ajuste permite que o motor responda melhor e entregue potência de forma mais progressiva, mesmo nos regimes mais baixos. Afinal, ninguém quer ficar sem força na hora que o asfalto acaba.

No quesito ciclística, a Rally traz uma versão revista do chassi treliçado em aço utilizado no modelo base. Nele, foram feitas mudanças necessárias para que a moto recebesse a roda dianteira de 19 polegadas e conservasse a estabilidade em alta velocidade e a precisão nas curvas. Com isso, a moto ficou mais longa (2.280 mm) e mais alta (1.475 mm). O assento continua a 840 mm do chão e o peso seco é de 238 kg.

A frenagem fica por conta de dois discos dianteiros flutuantes de 320 mm mordidos por pinças radiais Brembo de quatro pistões. Na roda traseira, disco de 240 mm de diâmetro com uma pinça de um pistão também da grife italiana Brembo. Há ainda o auxílio do sistema ABS, que pode ser desligado.
 


Tecnologia de sobra
 
A Aprilia não economizou em eletrônica na Caponord 1200 Rally. Além do ABS de dois canais, a bigtrail oferece três modos de pilotagem e controle de tração com três níveis de ajuste. Assim como o ABS, o controle de tração também pode ser desligado. Para que o piloto fique descansado durante a viagem, também foi equipado um piloto automático, que mantém a moto em uma velocidade pré-programada pelo condutor, mesmo em descidas ou aclives sem que ele precise acelerar. O sistema desliga automaticamente ao toque do freio dianteiro ou da embreagem.

Há também o ADD (Aprilia Dynamic Damping), que nada mais é do que uma suspensão semi-ativa, que ajusta os parâmetros automaticamente de acordo com o piso pelo qual a moto está passando. Outro gadget bastante útil da Caponord Rally são os quatro modos de ajuste eletrônico da pré-carga da mola. O piloto pode optar pela configuração certa para quando está sozinho, com as malas, com garupa ou com ambos. A moto ainda traz um controle automático, que calcula o peso do piloto, do combustível, da garupa – se houver – e das malas para ajustar a pré-carga automaticamente.

Já disponível na Europa, por um preço na faixa de 17.000 euros (cerca de R$ 56.000), nas cores areia, amarela e verde militar, a Aprilia Caponord 1200 Rally chega para agradar os fãs de bigtrails aventureiras e mostra que nem só de superesportivas vivem as marcas italianas.

A Caponord 1200 Rally também conta com outra novidade tecnológica: a Plataforma Multimídia Aprilia. Por meio de um aplicativo grátis baixado no smartphone do piloto, a moto é capaz de enviar informações via Bluetooth, como a velocidade média, distância percorrida, ângulo de inclinação e as curvas de torque e potência. Além de visualizar os dados da viagem, o app disponibiliza os manuais de operação da moto.

 Fonte: http://www.moto.com.br



Honda chega a 4 milhões de motos flex produzidas no Brasil

Marco reforça o pioneirismo e comprometimento ambiental da fabricante

 

Seis anos após ser responsável pela produção da primeira motocicleta bicombustível do mundo, a Moto Honda da Amazônia comemora nesta quarta-feira, 18 de março, a produção da moto flex de número 4 milhões, na sua fábrica de Manaus (AM). O marco foi protagonizado por uma CG 150 FAN.
A 4.000.000ª moto bicombustível produzida pela Honda no Brasil foi uma CG 150 FAN
A 4.000.000ª moto bicombustível produzida pela Honda no Brasil é uma CG 150 FAN

Desde 2009, quando foi pioneira ao lançar uma motocicleta com tecnologia movida a etanol (álcool), gasolina ou com a mistura de ambos, a Honda vem ampliando ano a ano a sua linha de bicombustíveis. Atualmente já são oito modelos flex: CG 150 Start, CG 150 Fan, CG 150 Titan, CG 150 Cargo, NXR 160 Bros, Biz 125, CB 300R e XRE 300, que, juntos, representam aproximadamente 65% das vendas da empresa.

Presente também na linha de automóveis, o conceito “FlexOne” foi adotado pela fabricante para representar seu empenho em inovação para mobilidade sustentável, aliando alta performance com baixo consumo de combustível e emissão de poluentes para todas as gerações de produtos.