Mc carcarás do ingá

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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Yamaha anuncia recall da XT 660R e da XT 660Z Ténéré




A Yamaha convoca os proprietários das motocicletas XT 660R e das versões standard e com freios ABS da XT 660Z Ténéré ano/modelo 2015 para agendar numa concessionária autorizada a vistoria gratuita do parafuso de união do tubo de deliberação e, em caso de obstrução, substituição do referido parafuso e realização dos reparos no câmbio da motocicleta, gratuitamente.   

Em razão de uma inconformidade detectada no parafuso de união do tubo de deliberação, a passagem de óleo é interrompida, impossibilitando a lubrificação do câmbio da motocicleta, podendo ocorrer o travamento da roda traseira, com risco de acidente e lesões aos usuários.  O tempo médio de atendimento é de 20 minutos, podendo estender até 12 horas, no caso de necessidade de reparação do câmbio, dependendo da extensão dos danos. 

Os chassis de motocicletas atingidos pelo recall, total de 400 unidades, estão relacionados abaixo e, para mais informações, consulte o site www.yamaha-motor.com.br ou ligue para 0800774 3738, no horário comercial. 


Modelo
Ano/Modelo
A partir do chassi
Até o chassi
XT 660Z Ténéré
2015
9C6KM0060F0001990
9C6KM0060F0002089
XT 660Z Ténéré ABS
2015
9C6DM0510F0000301
9C6DM0510F0000400
XT 660R
2015
9C6KM0030F0024416
9C6KM0030F0024615


 
















quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ducati Diavel é renovada no Brasil e parte de R$ 64.900

 

Motor Testastretta de 1.200 cc recebeu evolução, e desenvolve 162 cv.
Modelo foi renovado no ano passado no mercado europeu.

 

A Ducati lançou nesta quarta-feira (22) a nova Diavel para o mercado brasileiro, seguindo a renovação feita no modelo no ano passado na Europa. O modelo recebeu importantes mudanças, considerando que a moto fez sua estreia mundial em 2011.

No Brasil, os preços começam em R$ 64.900. Na configuração Carbon, o preço sobe para R$ 74.900. O modelo é montado na fábrica da marca em Manaus. A versão anterior era vendida a partir de R$ 59.900.

Entre as novidades, está a evolução do motor Testastretta 11º, de dois cilindros e 1198,4 cc. Apesar de manter a potência a 162 cavalos, agora a cifra máxima chega mais cedo a 9.250 rpm, enquanto a Diavel anterior ela aparecia a 9.500 rpm. Com as alterações, o comportamento do modelo deve ser menos arisco e mais linear.

Por outro lado, o torque teve alterações de valores absolutos, passando de 13 kgfm a 8.000 rpm para 13,3 kgfm, também a 8.000 rpm. De acordo com a empresa, o modelo também recebeu novos sistema de escape e assento, além de um renovado farol dianteiro.

O modelo traz ABS, controle de tração de modos de condução com alteração do comportamento do motor e sistema de segurança de série. Mesmo tendo visual semelhante a uma custom, a Diavel possui comportamento mais similar ao de uma naked, com pretensões esportivas.


Rafael Miotto Do G1, em Porto Feliz (SP)

Fonte: g1.globo.com 




 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Sem divisão de espaço, trânsito no Brasil segue à "tolerância zero"

Apu Gomes/Folhapress
Em meio à busca por espaço no tráfego pesado, automóveis e motocicletas têm convivência que, por vezes, extrapola os limites do bom senso

Na semana passada, um vídeo gravado na cidade de São Paulo circulou pela internet com milhares de visualizações por parte de brasileiros e deu uma triste mostra da convivência agressiva e, por vezes, até vândala entre motocicletas e motoristas de carros no trânsito brasileiro.



As imagens flagram a disputa entre o condutor de um Volkswagen up! -- que derrubou uma moto em plena Marginal Pinheiros, uma das vias mais importantes de São Paulo -- e motociclistas que testemunharam a primeira ocorrência e decidiram reagir de modo imediata e impensado. Após fecharem o veículo, fizeram com que o motorista, acuado, tentasse fugir usando o "corredor" entre as duas faixas da esquerda. Sim: carros e motos protagonizaram um perseguição no apertado espaço deixado pelo demais, em meio ao trânsito parado.

Durante a perseguição insana, o motorista do carro colidiu com outros veículos até não ter mais para onde ir e ser cercado pelos motociclistas. A gravação termina como uma verdadeira praça de guerra: agressões físicas e até "capacetadas" no automóvel.

Comentários de internautas sobre o caso confirmam o clima de "tolerância zero": enquanto alguns disseram que o dono do up! "teve o que mereceu", outros criticaram a "reação imbecil" do grupo de motoboys. Pouca gente aceitou que a culpa, na verdade, é de todos nós. Ao esquecer que todos na rua contribuem para o caos ou para a harmonia do trânsito, nos eximimos de responsabilidade quando a situação sai do controle.

Todos somos responsáveis

 

É inegável o enorme estresse que o carregado tráfego de São Paulo provoca na população. Pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas são, ao mesmo tempo, agentes e vítimas da grande "panela de pressão" em que se transformaram as ruas e avenidas da maior cidade do país. Como não há válvula de escape, as pessoas acabam se agredindo por qualquer bobagem. Uma simples fechada vira motivo para um olhar intimidador, xingamentos e gestos obscenos e até mesmo agressões físicas e crimes como atropelamentos e assassinatos.

O que fazer para frear essa discórdia? Para este colunista, só há duas soluções: a primeira delas é reeducar a ação das pessoas no trânsito, fazendo prevalecer o bom senso. Os mais velhos certamente lembrarão de uma campanha, lançada pelo Ministério da Saúde no início dos anos de 1970, que incentivava a conservação e limpeza de espaços públicos. Nela, um personagem chamado Sujismundo jogava lixo no chão e era imediatamente reprimido pelo narrador.  

 Cicero Lima/UOL
"Você não está preso no trânsito, você é o trânsito!?; frase pichada em viaduto na avenida 23 de Maio, em São Paulo, leva à reflexão: o quanto cada um interfere para que trânsito no Brasil seja uma "panela de pressão"?

Pode parecer algo simplista, mas lembro que a campanha teve resultado positivo e marcou minha geração: as pessoas começaram a se incomodar mais com a sujeira, e quem era flagrado jogando lixo no chão ganhava o apelido de Sujismundo.

Se não der certo, o jeito é endurecer de verdade o controle, como aconteceu recentemente em Nova York (EUA): um grande número de câmeras nas ruas ajudaria a aplicar multas pesadas a motos que rodam nos corredores e serpenteiam entre os carros. Motoristas que trocarem de faixa sem sinalizar, pararem em fila dupla e não derem passagem a pedestres ou ciclistas, por exemplo, também seria punidos com rigor.

Para aumentar a eficiência na fiscalização, vidros escurecidos com películas passariam a ser proibidos, facilitando a identificação de motoristas que falam ao celular ou enviam mensagens por aplicativos no meio do trânsito, algo tão comum e perigoso.

Entre as duas opções, é claro que a maioria vai preferir a primeira. Acredito que ninguém queira ser vigiado de maneira tão controladora. Resta saber se estamos mesmo dispostos a abdicar dos maus hábitos em prol de um trânsito mais harmonioso e menos estressante. 

Bons exemplos

 

Se você é um daqueles que acha que este problema só tem solução "na marra", porque nem motoboys nem motoristas têm solução, também está na hora de rever seus conceitos. Em meio ao caos das metrópoles, não faltam exemplos de boas ações com o próximo, mesmo que o próximo seja um cão. Outro vídeo que se propagou pela rede mostra um grupo de motociclistas salvando um cachorro na mesma mesma Marginal Pinheiros: eles arriscaram a própria vida para parar o fluxo, resgatar o animal e evitar que ele morresse atropelado.

 

Enquanto isso, motoristas que vinham atrás aguardavam pacientemente e admiravam a boa ação. 

 

Não importa se ele está por trás do volante ou segurando um guidão. O que vai determinar o tom de suas reações é a forma de encarar pequenos incidentes. Se qualquer fechada for motivo para xingamentos e ofensas, o resultado será sempre a agressão. Já um sorriso e um pedido de desculpas são capazes de amenizar a situação e permitir que cada um siga seu caminho em paz.

 

  

 

Cicero Lima
Colunista do UOL

 

 Fonte: carros.uol.com.br

sábado, 18 de abril de 2015

KTM 200 Duke deve custar cerca de R$ 15 mil no Brasil, diz marca

KTM 200 Duke (Foto: Divulgação)

 

Preço estimado para a 390 Duke é de R$ 21 mil.
Juntos, motos devem vender 3 mil unidades por ano.

 

Ainda no início da sua nova operação no Brasil, em parceria com a Dafra, a austríaca KTM terá como modelos de maior volume no país as “pequenas” 200 e 390 Duke. De acordo com a empresa, o objetivo é alcançar 3 mil unidades somando as vendas das duas motos por ano e brigar produtos que estão na faixa de cilindrada de 250 cc a 500 cc.

Uma estimativa feita pela empresa ao G1 indica que a 200 Duke, prevista para chegar às lojas em junho, deverá custar cerca de R$ 15 mil, enquanto a 390 ficará em torno de R$ 21, com vendas começando em maio.

“Se a cotação do dólar se manter neste patamar atual, esse será a faixa dos preços”, disse José Ricardo Siqueira, gerente de marcas da Dafra, responsável pela operação nacional da KTM.

Pela capacidade dos motores e os possíveis valores, os modelos poderão competir em uma ponta com Honda CB 300R (R$ 12.893) e Yamaha Fazer 250 (R$ 13.125), e na outra com motos maiores, como a CB 500F (R$ 23.053). Apesar da cilindrada menor que as rivais, os motores austríacos acabem oferecendo cavalaria bem próxima das rivais, porém, trazendo conjuntos mais leves.

Além disso, a empresa aposta em acabamentos e equipamentos mais refinados para conseguir compensar o preço extra em relação às concorrentes. Por exemplo, as suspensões das Dukes são da marca WP, reconhecidas pela alta qualidade de funcionamento. Na dianteira, os amortecedores são do tipo invertido, algo que traz diferencial para o segmento de menor cilindrada.

KTM 390 Duke (Foto: Rafael Miotto/G1)

Motores de 1 cilindro


Como base, 200 e 390 Duke possuem praticamente o mesmo conjunto, porém, com a principal na diferença nos motores, ambos com configuração de 1 cilindro.



Na 200 Duke, a cilindrada é de 199,5 cc e é capaz de render 25 cavalos de potência, enquanto os 373,2 cc da 390 chegam aos 43 cavalos de potência.



As concorrentes de motor maior, ficam bem próxima, com a CB 300R chegando a 26,53 cavalos, enquanto a CB 500F, de 2 cilindros, rende 50,4 cavalos.

 
KTM 200 Duke (Foto: Rafael Miotto/G1)

 
Rafael Miotto Do G1, em Itupeva (SP)
 

Fonte: g1.globo.com

sexta-feira, 17 de abril de 2015

KTM faz recall para modelo 990 Supermoto T no Brasil



Em sua nova fase no Brasil, a KTM está promovendo a convocação dos proprietários do modelo 990 Supermoto T, anos 2009, 2010 e 2011, a comparecerem a uma concessionária KTM mais próxima para realizarem gratuitamente a inspeção do pneu dianteiro. 

Segundo a marca austríaca, o chamado de recall no país se deve pela possibilidade de falhas na banda de rodagem e/ou cintas do pneu, podendo esvaziar imediatamente, com risco de acidentes e danos físicos e materiais ao condutor, passageiro e terceiros. 

Se após a inspeção for identificada a necessidade de troca, a mesma será feita sem qualquer custo ao cliente. A inspeção nas motos pode ser feita a partir da próxima segunda-feira, dia 20 de abril de 2015. 

É possível encontrar a concessionária KTM mais próxima acessando o site ktm.com/br/concessionarios-servicos/rede-de-concessionarias-ktm.html ou pelo serviço de atendimento pelo telefone 0800 778 1234, de 2ª a 6ª-feira, das 8h30 às 18h ou ainda pelo e-mail contato@ktm.com.br. Até o momento a KTM possui concessionárias nas cidades de São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Goiânia.

Com base no Código de Defesa do Consumidor, o Procon de São Paulo ressalta que a legislação estabelece, em seu artigo 10, que: “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.
 
§ 1º O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários."

Outra questão importante, que deve ser observada pelos consumidores, refere-se a exigência do comprovante de que o serviço foi efetuado, documento que deverá ser conservado e repassado adiante, em caso de venda. Caso tenha sido comercializado mais de uma vez, o atual proprietário terá o mesmo direito ao reparo gratuito.

Os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio do judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos.

Foto: KTM/Divulgação

Corrida de flat-track da Harley-Davidson é a mais nova modalidade do X Games Austin

Uma nova competição promete muita adrenalina a partir do dia 04 de junho, quando começa o ESPN X Games Austin, nos Estados Unidos: a corrida Harley-Davidson® Flat-Track. “Em junho, os fãs em Austin serão testemunhas de uma nova modalidade de esporte de ação ao verem atletas de primeira linha disputando a medalha de ouro na corrida flat-track”, afirma Dino Bernacchi, diretor de Marketing para os Estados Unidos da Harley-Davidson Motor Company. “É indescritível ver a velocidade desses atletas, disputando cada centímetro um ao lado do outro e levantando poeira por onde passam. É adrenalina pura”.

O vencedor do ESPN X Games Austin vai ganhar uma Harley-Davidson Street 750

Para a corrida inaugural, atletas de várias partes do mundo foram convidados a participar. Além disso, o modelo Harley-Davidson XR 750 também participará da competição em busca da posição mais alta no pódium no Circuito das Américas. É importante dizer que o vencedor da corrida ganhará uma motocicleta Harley-Davidson Street™ 750. “Isso é excelente para a nossa categoria”, afirma Brad Baker, do time patrocinado pela Harley-Davidson. “O X Games tem tudo a ver com performance e a corrida de flat-track é uma excelente contribuição para o evento”, termina ele.

A corrida Harley-Davidson Flat-Track ocorrerá em 04 de junho, em Austin, Texas. Mais detalhes no site do evento.


Michelin lança pneu para modelos até 150cc

 

Oferecido em nove dimensões para rodas entre 16 e 18 polegadas, City Pro é indicado para uso urbano diário

 

A Michelin começa a vender no próximo mês um novo pneu para o segmento de entrada. O chamado City Pro, disponível em nove medidas para rodas aro 16, 17 e 18, tem como foco motocicletas de até 150cc de uso urbano diário, incluindo motofretistas e mototaxistas. De acordo com a fabricante, o produto oferece 20% mais resistência à perfuração e 10% mais quilometragem em relação a seus concorrentes. 
 
"Esse pneu conta com três camadas de lona na banda de rodagem, além de uma camada extra de borracha, o que garante sua maior resistência. Em testes independentes realizados pela Dekra, também conseguimos comprovar a maior durabilidade do produto graças à combinação de borrachas", explica Flávio Santana, gerente de marketing de produto. Ainda segundo ele, o novo modelo é mais aderente em pisos molhados em razão do desenho dos sulcos e dos riscos estarem em uma área maior da banda de rodagem, garantindo assim maior escoamento da água.
 
Durante quatro meses - entre novembro de 2013 e março de 2014 - em Bangkok, na Tailândia, a Michelin conduziu testes com 48 motocicletas equipadas com o City Pro, todas elas nas mãos de mototaxistas. Depois de 440 mil km rodados, diz a marca de origem francesa, houve um furo a cada 100 mil km e a durabilidade média foi de 30 mil km no pneu dianteiro e 20 mil no traseiro.
 
 
 

 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

BMW R 1200R fica mais moderna e agressiva


Carlos Bazela 

O estilo naked e a motorização boxer tem sido receita de sucesso para a BMW desde os primórdios da marca bávara, há quase cem anos. Mas, isso não significa que a fabricante alemã precise necessariamente investir em motos com estilo retrô. Prova disso é a nova geração da R 1200R, que abre mão do visual clássico da versão anterior para ganhar linhas e mecânica mais modernas, incluindo o novo propulsor de refrigeração líquida. Sem falar no generoso cardápio eletrônico, sempre presente nos modelos mais recentes da casa de Munique. 

O design mais moderno da nova naked alemã, apresentada no Salão de Colônia, em outubro de 2014, pode ser notado pelas linhas angulosas do tanque, que tem capacidade para 18 litros, e pelo subquadro tubular que agora fica à mostra. De aparência mais estreita, a R 1200R abandonou também a suspensão dianteira Telelever – e a estrutura robusta em volta dela – para adotar um garfo invertido (upside-down) de 140 mm de curso, que reforça a esportividade da moto. Já o farol redondo deu lugar a uma moderna peça poligonal com duas lâmpadas uma sobre a outra. O escape, por sua vez, está com formas mais atuais e agora está do lado direito, com o monobraço traseiro segurando a roda pelo lado esquerdo.

O novo perfil da moto e alguns elementos incorporados, como o conjunto óptico e a suspensão dianteira, são nitidamente inspirados pela Concept Roadster. O modelo, mostrado pela BMW em meados do ano passado, causou impacto quando revelado e muitos chegaram a acreditar que entraria em produção. Ao que tudo indica, entretanto, o protótipo serviu com estudo de design e funcionalidade para a R 1200R, que já está disponível no mercado europeu.


Novo boxer
 
A R 1200 R era o único modelo da família bávara que ainda não havia recebido a nova geração do motor boxer de 1.170 cm³ com arrefecimento líquido em seus dois cilindros opostos. Assim como em suas “irmãs”, o emprego do propulsor trouxe mais potência e torque: agora são 125 cv a 7.750 e pode oferecer até 12,7 kgf.m a 6.500 giros. O novo boxer também é mais compacto e favorece à proposta de naked ágil que a BMW imprimiu em sua “roadster”. O câmbio, todavia, continua sendo de seis marchas e a transmissão final por eixo-cardã.

No campo da ciclística, mais mudanças. Começando pelo novo quadro tubular em aço, feito para acomodar o motor como parte da estrutura. Já o subquadro agora tem uma função a mais: além de suportar a rabeta com rigidez, ele também complementa o design da moto, uma vez que não é mais coberto pelos painéis plásticos. Reforçando a postura esportiva que a naked adotou, os discos de freio, duplos com 320 mm de diâmetro na frente e único de 276 mm atrás, passam a ser mordidos por pinças Brembo de fixação radial. O ABS é de série e pode ser desligado.

Para completar, o assento, antes arredondado e em dois níveis, foi substituído por duas peças separadas para piloto e garupa. Com isso, sua altura diminuiu 10 mm e o condutor agora vai acomodado a 790 mm do chão. A nova R 1200R pesa 231 kg em ordem de marcha.

Mais moderna e eletrônica
 
Uma vez que a BMW já conta com a R nineT em seu line-up para atender aos fãs de modelo com apelo clássico, a marca bávara aproveitou a reestilização da R 1200R para incorporar nela seu famoso catálogo de eletrônica. Além do ABS, a naked traz como item de série o controle de tração da BMW (ASC) e dois modos de pilotagem: “Road” e “Rain”, que regulam a entrega de potência.

A marca bávara ainda oferece à parte um pacote “Pro”, com dois modos extras de pilotagem: “Dynamic” e “User”, e um controle de tração ainda mais completo (Dynamic Traction Control), que leva em conta a inclinação da moto ao atuar. Outra novidade opcional é a geração mais recente do Dynamic ESA (Eletronic Suspension Adjustment). Com duas opções de configuração, “Road” e “Dynamic”, a suspensão se adapta automaticamente ao piso para garantir conforto e estabilidade. Fechando a gama de extras sob encomenda, há também o câmbio assistido que permite subir as marchas sem a necessidade de acionar a embreagem.

A nova R 1200 R já está disponível na Europa e na Alemanha, seu país de origem, ao preço de 12.800 euros (cerca de R$ 44.000). Lá, ela é mais barata do que a S 1000 R e a R nineT, que custam 13.100 euros e 14.700 euros, respectivamente. No Brasil, a geração anterior da R 1200R foi vendida em 2013 pelo preço de R$ 61.500. Como a nova versão deverá chegar ao Brasil, embora a BMW não confirme oficialmente, podemos esperar uma etiqueta de preço com valor entre os R$ 62.900 cobrados aqui pela R nineT e os R$ 67.800 da S 1000 R, sendo que esta última está disponível no nosso mercado apenas em sua versão mais completa.







Piaggio acusa Peugeot e Yamaha de copiarem seu scooter de três rodas MP3



MP3 da italiana Piaggio foi o pioneiro com duas rodas na dianteira

Uma briga de bastidor se tornou púbica –alardeada pela imprensa internacional – e rapidamente se transformou em uma batalha judicial envolvendo três grandes marcas do segmento de duas rodas. De um lado o grupo italiano Piaggio e de outro a francesa Peugeot e a japonesa Yamaha. O grupo Piaggio acusa as outras duas empresas de copiar o design de seu revolucionário veículo de três rodas (duas, na dianteira, e uma, na traseira), o scooter MP3, lançado em 2006.

O grupo italiano exige na justiça a retirada do mercado do Peugeot Metropolis, lançado em 2012. O objetivo da Piaggio é uma punição em função da violação de patentes europeias de mecânicas e de design, que são de propriedade da marca italiana. A ação judicial exige também dos franceses o pagamento de uma indenização por concorrência desleal. Desde o lançamento do scooter MP3, a Piaggio requereu um grande número de patentes, justamente para proteger seu projeto de suspensão dianteira com paralelogramo, que permite as duas rodas se inclinarem nas curvas.

metropolisPeugeot Metropolis chegou ao mercado em 2012

Em relação à Yamaha, o grupo de Pontedera e que também fabrica a Vespa está agindo de acordo com a legislação europeia para obter na justiça a retirada do modelo Tricity – lançado em 2014 – do mercado. As alegações são as mesmas: a Piaggio acusa a empresa japonesa de plágio e demanda o pagamento de indenização por concorrência desleal. As ações estão correndo em paralelo, nas cortes da Itália e da França. Uma briga de três gigantes da indústria de duas rodas. Fato similar aconteceu entre a americana Apple e sul-coreana Samsung, em virtude de muitas semelhanças em seus sistemas operacionais. Agora é esperar e ver quem ganha este “braço de ferro”. (Por Aldo Tizzani)

402SCOOTER_TRICITY_11Yamaha Tricity é o mais recente de 2014 e também inclina as duas rodas da frente nas curvas

 Fonte: infomoto

terça-feira, 14 de abril de 2015

BMW Motorrad divulga nova tabela de preços

 
A BMW Motorrad do Brasil divulga a nova tabela de preços públicos sugeridos para sua linha de motocicletas nacionais e importadas.
 
O consumidor pode obter o endereço da concessionária da marca alemã mais próxima de sua localidade pelo telefone 0800-707-3578 ou no site bmw-motorrad.com.br.  
 
Modelo / Pacote Local / Preço Público (R$)
 
G 650 GS Premium 29.800
F 800 R Premium 37.900
F 800 GS Premium 43.350
F 800 GS ADV Premium 47.900
 
R nineT Premium 62.900
R 1200 GS Premium 69.900
R 1200 GS Adventure Premium 78.900
 
K 1600 GT Premium 100.500
K 1600 GT Premium com Sist. Áudio 103.500
K 1600 GTL Premium 109.900
K 1600 GTL Exclusive Premium 125.900
 
S 1000 R Full 67.800
S 1000 RR Full 75.900
S 1000 RR Full Tricolor 78.400
 
C 600 Sport Highline 52.000
C 650 GT Touring Highline 53.900
C 650 GT Touring Highline Special Edition 54.500
 
*Preços sujeitos a alterações, sem aviso prévio.
 
Foto: Reprodução