Mc carcarás do ingá

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Clássica: Yamaha DT 180. A primeira opção off-road no Brasil.....


Até a década de 80, os pilotos apaixonados por trilha não tinham uma opção no mercado brasileiro que atendesse a necessidade de suas aventuras. O que havia a disposição, eram motos como a antiga  Yamaha TT 125, que embora fosse projetada para andar fora das estradas, como também a Honda FS 125, tinham suas limitações quanto ao uso mais radical – seus motores, quadro e suspensões eram baseados nos modelos urbanos produzidos no país.
A Yamaha, em 1981, lançou a DT180, um modelo com todo potencial off-road, apto para trilhas e esportistas. Era o único modelo trail  do Brasil, possuía suspensão traseira mono-amortecida tipo monocross, o que representou progresso frente a antiga TT 125. Seu escapamento alto era seguro contra entrada de água e terra, pois passava acima do motor. A Yamaha DT 180 possuía um motor de 176,4cc de 2 tempos, um ótimo torque, com potência de 16,6cv à 7.000rpm.  A DT 180 foi lançada com Torque Induction, que proporcionava em baixa rotação o aumento do torque e sensível redução de combustível. Seu design era esbelto, sendo a DT 180 vanguarda em sua caracterização como motocicleta moderna e radical. Seus faróis eram redondos, os pára-lamas eram distantes da roda. O guidão  alto, possibilitando confortável posição de pilotar e ótimo controle da leve moto de 102 Kg.


A versão DT 180 Super foi lançada em 1983, com aprimoramentos como: caixa de câmbio de 5 velocidades; tubos da balança retangulares muito mais resistentes a torções, que  facilitavam o acesso ao amortecedor; banco vermelho e grafismo diferenciado. A DT 180 continuava disponível em catálogo e a DT 180 Super custava cerca de 7,7% a mais que a primeira . Em 1984, a Yamaha lança a DT180L,  que contava com sistema elétrico de 12 v e um novo grafismo.
Em 1985, a Yamaha realizou uma reformulação no modelo:  o tanque foi concebido no formato vulcão, aumentando sua capacidade de 10 litros para 13 litros. O banco avançava em direção ao tanque, o farol se tornava retangular, o painel também retangular com carenagem. A possuía pára-lamas mais largos e novas tampas laterais. Esse design caracterizou a moto até o  final de sua produção, em 1997.


 A Yamaha DT180 foi invicta no segmento off-road até no ano de 1982 quando foi lançado pela Honda o modelo XL 250 R, que passou a concorrer frontalmente. É importante ressaltar que a Yamaha DT180 em todas as suas versões sempre foi vista como ideal para iniciantes off-road. Sua mecânica era simples, uma moto de manutenção barata , leve e preparada. 

fonte: bestriders.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Ninja 300 terá recall no Brasil...




problema detectado está nos freios ABS, que são opcionais no modelo. O defeito foi verificado pela NHTSA, órgão regulador do trânsito nos Estados Unidos. Segundo eles, houve um erro na montagem do sistema de freios da Ninja 300, o que pode acarretar mau funcionamento e até mesmo perder totalmente a capacidade de evitar travamento das rodas.
Até o momento no Brasil, a Kawasaki não informou a quantidade de motos que devem passar pelo recall e nem quando começa o chamado. Através de nota via assessoria de imprensa, a marca informou que “está em fase de preparativos para a realização desta campanha de Recall também no Brasil. Um comunicado oficial deverá ser emitido dentro de algumas semanas.”

Nos Estados Unidos, o recall começa no dia 05 de agosto e envolve as motos Ninja 300 fabricadas entre 16 de agosto de 2012 e 2 de abril de 2013. No Brasil, a Ninja 300 chegou em dezembro de 2012 para substituir a chamada “Ninjinha“, de 250 cc. Desde seu lançamento, já forma vendidas mais de 1.700 unidades do modelo.

Em março, a marca já mostrava sua preocupação em escutar o que os proprietários da nova moto estavam achando de seu desempenho e convidou-os para preencher uma pesquisa de satisfação. Na época, não constatou-se problemas com os freios ABS, nem no Brasil nem nos EUA.

fonte: bestriders

A clássica e resistente Honda XL 250R....




O modelo foi tradicionalmente conhecido por ser poderosa e super resistente e nasceu para concorrer com o a DT 180 da Yamaha. Com design robusto a moto é equipada com motor 248cc, monocilíndrico, 4 tempos e refrigerado à ar, também foi a primeira motocicleta no país a ter suspensão traseira monomola, conhecida com Pró-Link, além de dupla saída de escapamento, descompressor automático no pedal de partida, corrente autolubrificada, tanque em formato “vulcão” e carenagem para enduro. De forma inusual para a época a moto contava com amortecimento feito sobre duas molas próprio para o uso em locais urbanos.
Podendo chegar a potência máxima a 22cv a 7.500 rpm suficiente para bons resultados, tanto no asfalto quanto na lama do off-road. A moto ainda se mostra confortável com a posição correta para pilotar no trânsito urbano intenso, por conta do assento a XL 250R não é a melhor opção para quem quer fazer longas viagens, já que depois de um certo tempo no comando da moto a espuma do banco começa a ceder e se torna incômodo. Os freios são do tipo enduro (de tambor) consumindo apenas matade dos eixos traseiro e dianteiro, os pneus também mostram bom desempenho em estradas estrada, mesmo o modelo pertencendo a categoria trail.
A Honda XL 250R pode ser considerada um dinossauro do mundo duas rodas, por conta da alta resistência ela ainda é encontrada sendo pilotada por diversos fãs de motos até hoje.
Outras informações técnicas:

Motor

Motor: Monicilíndrico, 4 tempos, refrigerado à ar, duplo comando no cabeçote, 4 válvulas.
Cilindro: em aço com camisa de aço inclinado para frente.
Cilindrada: total de 248cc3, pistão de 74mm de diâmetro com 57,8mm de curso.
Taxa de compressão: 9,3 : 1.
Carburador: Carburador de fluxo horizontal com 28 mm de venturi.
Ignição: Sistema de ignição eletrônica, utiliza C.D.I. Fonte de carga da bateria provém do magneto. Sistema de partida primária do motor à pedal.
Lubrificação: Forçada por bomba tracoidal.
Filtro de ar: Espuma de poliuretano.

Transmissão

Sistema de redução primária: Por engrenagem.
Relação de redução primária: 2,379.
Sistema de redução secundária: Por corrente.
Relação de redução secundária: 44/14 (3,143).
Embreagem: Banhada a óleo.
Tipo de caixa de marchas: Engrenamento constante, 6 marchas à frente.
Sistema de operação: Operação com pedal do lado esquerdo.
Relação de transmissão: : 2,307 : 2,111 : 1,590 : 1,280 : 1,074 : 0,931 (over drive) 

fonte: bestriders

NOVA HONDA CG 2014: NOVO VISUAL E MAIS RÁPIDA....

A moto mais vendida do Brasil, a linha CG, da Honda, está de cara nova. Lançada no mercado brasileiro em 1976 e líder no segmento há mais de três décadas, a CG chega à sua oitava geração com mais de 10 milhões de unidades comercializadas.


Na nova versão 2014, a linha foi remodelada e agora apresenta um novo design e entre as novidades – que conta com os modelos CG 125 Fan (versões KS / ES / ESD), CG 150 Fan (versão ESDi) e CG 150 Titan (versões ESD / EX) – estão o novo design do tanque de combustível, conjunto óptico, rabeta e assento.


Na parte ciclística, o modelo apresenta um chassi totalmente redesenhado, com diferenciais em sua estrutura, que deixam o conjunto aproximadamente 4 kg mais leves. O novo painel de instrumentos, integrado à carenagem, totalmente digital, com aferição eletrônica de velocidade, a partir de sensor instalado no câmbio, também é novidade da nova geração.


A linha 2014 da família CG manterá suas duas tradicionais opções de motorização: 125cc e 150cc. O modelo CG 125 Fan traz o motor do tipo OHC (Over Head Camshaft), 124,7 cm3, monocilíndrico, 4 tempos e arrefecido a ar. A alimentação do sistema é feita por um carburador. Com esta configuração, a motocicleta gera potência máxima de 11,6 cv a 8.250 rpm, e torque de 1,06 kgf.m a 6.000 rpm.
Já a linha CG 150 está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft) e sistema Flex, monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvula no cabeçote e balancins roletados. O conjunto é capaz de gerar potência máxima de 14,2 cv a 8.500 rpm, e torque máximo de 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (abastecido com gasolina) e 14,3 cv a 8.500 rpm, e torque máximo de 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (abastecido com etanol). A alimentação do sistema é controlada pelo módulo de injeção eletrônica.


Os modelos contam ainda com nova tampa lateral, que na CG Fan (125 e 150) estará disponível na cor preta. Já na Titan, terá um design diferenciado, acompanhando as linhas da carenagem do tanque, além de ter pintura na cor da motocicleta. Na versão EX, a CG 150 Titan contará também com rodas de liga leve em desenho exclusivo.

 
  
fonte: newsrondonia.com

sábado, 20 de julho de 2013

Versão esportiva da Honda CG 150 Titan....


Segunda a Honda, a moto passou por alterações na suspensão, freios e também no visual, porém a moto ainda continua com o mesmo motor presente na versão de rua com 149,2 cilindradas flex e 14,3 cavalos de potência. A moto ainda conta com câmbio de cinco velocidades, e pronta para ser abastecida no Etanol. ”Dentro da linha Honda o modelo que reuniu os melhores aspectos para a categoria, entre eles custo, facilidade para customização, potência adequada e foi a CG”, disse Bruno Corano, autor do categoria.

O tanque original de 16,1 litros também foi substituído por um menor e agora feito de alumínio, modificações também aconteceram na suspensão e nos freios que agora conta com o novo dispositivo de malha de aço, dando maior eficácia na hora da frenagem. As mudanças também continuaram no novo design do escape, painel agora com indicador conta-giros (necessário na categoria), além novos punhos, barras de suspensão e mesa.

A customização foi feita em parceria com a oficina Target Race, e o valor da versão esportiva saiu por cerca de 9 mil reais, sendo que o modelo utilitário pode ser encontrada por 7.120 reais, e na versão de liga leve R$ 7.630. A estreia da moto aconteceu no último final de semana no Autódromo de Interlagos, na recém criada Honda Junior Cup, nova categoria do SuperBike Series Brasil destinada a crianças e adolescentes.

fonte: bestriders 

Nova Yamaha XV950R....



A versão “R” da XV950 tem motor V-Twin, refrigeração líquida, 942 cc, novo filtro de ar, mais compacto e localizado no lado direito do motor, novo escapamento, tanque em formato de gota com capacidade de 12 litros e freios ABS de série. A moto tem uma curta distância entre eixos, o que oferece mais leveza e agilidade para a realização de manobras.
A nova Yamaha XV950R tem uma pintura diferenciada e é oferecida em duas cores: cinza e verde. O modelo tem uma versão no Brasil, a  XVS950A Midnight Star, mas que não tem o mesmo estilo. Nos Estados Unidos, também há uma versão bobber disponível.
A Yamaha investe no resgate deste estilo justamente para enfrentar a Harley-Davidson e sua Iron 883, conquistando os amantes dos modelos simples e potentes.

fonte: bestriders

Rumor: Nova versão da Honda NC700......


                           Atualmente o modelo da moto possui na 670cc, e a nova geração segundo rumores iria aumentar 50cc, elevando-a para um modelo de 720cc. É uma escolha bem incomum, que provavelmente foi feita por conta da demanda por maior desempenho por parte do público, além disso essa deve ser a única grande mudança da marca para o modelo, que não terá grandes alterações. Porém vale lembrar que são apenas rumores, nenhuma informação oficial foi divulgada pela Honda até o momento.
O foco da moto é o público que quer entrar no mundo das duas rodas com uma moto ágil, poderosa e tecnologicamente avançada por um preço acessível. Também disponível em versão semi-automática, ideal para pilotos de scooters, por exemplo, que pretender dar um salto para esse tipo de modelo.
O rumor deve ser desvendado no próximo Outono (no hemisfério Norte, mas primavera no Brasil), que é quando acontecem os principais eventos de moto na Europa, como Intermot Show em Outubro e a Exposição Internacional de Motos de Milão (EICMA) que é prevista para o próximo mês de Novembro de 2013.

fonte: bestriders

Honda CB 400 – A Hollywood! - clássica...


O modelo começou a ser produzido no Brasil no início de 1980, posteriormente as motos só podiam chegar até as mãos dos consumidores brasileiros através da importação, já que quatro anos antes do início da produção o governo havia proibido a importação para o país. A exaltação e desejo pela nova moto de 400 cm3 era tanta que só no mês de seu lançamento, em junho, já havia sido vendida toda a produção do ano.
Com desenho suntuoso, a moto tinha excelente acabamento com escapamentos, retrovisores e para-lama dianteiro cromados, tanque para combustível de 17 litros, banco de dois níveis, além de rodas com cinco raios de aço e aro de duralumínio. O guidão baixo referencia uma posição esportiva, mesmo causando desconforto no uso com o garupa, também possuía o quadro do tipo diamond com o motor fazendo parte da estrutura da moto em si.
A roda de 19 polegadas pode não deixar a moto tão maleável, porém um ponto positivo é que contribui para o efeito giroscópico no qual possibilita o movimento da moto mantendo-a na vertical o que diminui o impacto em terrenos irregulares. Os freios dianteiros utilizavam um disco simples, n0 traseiro a tambor, quanto a suspensão traseira a moto era  convencional com duas molas de constante variável que tinham cinco regulagens de prato.
O desempenho da moto era excelente, com motor de dois cilindros paralelos a quatro tempos, dois carburadores de 32 mm e refrigeração a ar, além de três válvulas por cilindro, uma para o escapamento e duas para admissão. Com a potência de , 40 cv a 9.500 rpm, a moto era superior a qualquer outra presente no mercado, com torque máximo de 3,2 m.kgf a 8.000 rpm, velocidade máxima à quase 160 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 7 segundos.
Peça publicitária da CB 400 que dava destaque ao a potência de 40 cv, além do motor silencioso que era superior a qualquer modelo disponível no marcado brasileiro na época.
A moto também recebeu um apelido um tanto curioso, era conhecida popularmente por CB Hollywood, por conta do tom da cor vermelha da moto que era bastante popular naquela época em filmes hollywoodianos.

fonte: bestriders 

Suzuki lança GSR 750 “One Edition” na França...


A GSR 750 “One Edition” é uma versão em edição limitada da GSR 750 que traz como apelo o mesmo esquema de cores e grafismos aplicado na GSX-R 1000 comemorativa ao 1 milhão de modelos produzidos da família GSX nos últimos 25 anos. 


Serão apenas 50 unidades comercializadas apenas nos concessionários franceses da marca. Além dos grafismos, uma ponteira Yoshimura e assento do garupa com cobertura (o coquinho) fazem parte do pacote de diferenciação, o qual agrega ao preço final da moto 1.000 euros.  


fonte: http://fastmotos.com