Mc carcarás do ingá

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itacoatiaras de ingá - PB

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Decisão suspende emplacamento das motos de até 50 cilindradas




Decisão suspende emplacamento das motos de até 50 cilindradas, também conhecidas por “cinquentinhas”. De acordo com o desembargador relator substituto da oitava Câmara Cível, Itamar Pereira da Silva Júnior, não caberia ao Departamento Estadual de Transito (Detran) a fiscalização dos veículos ciclomotores, mas sim ao município. 
João Guilherme | Ascom TJPE

“Analisando perfunctoriamente os presentes autos processuais, verifico que o ato administrativo impugnado fora implementado por autoridade incompetente para tanto, isto porque, consoante previsão contida nos arts. 24, XVII, e 129, ambos do Código de Trânsito Brasileiro, a competência para registrar, licenciar, autuar e fiscalizar veículos ciclomotores é privativa dos municípios”, afirmou o magistrado.

Ainda segundo o desembargador Itamar Pereira, mesmo com a existência de convênio entre o município do Recife e o Detran/PE, as atividades de fiscalização, registro e licenciamento de veículos automotores não poderiam ser delegadas ao Estado por meio de convênio, mas apenas por Lei Específica.

Um dos argumentos utilizados para a suspensão do emplacamento dos veículos ciclomotores diz respeito à operação de fiscalização programada para ocorrer em fevereiro. “Tal medida, acaso efetivada, implicará sérios prejuízos aos afiliados do Sindimoto/PE, pois serão apreendidos os veículos (motos cinquentinhas) utilizados pelos mesmos como ferramenta de trabalho para prover o sustento de suas famílias, trazendo uma grande repercussão social”, alega o desembargador.

O processo agora segue para parecer do Ministério Público de Pernambuco. O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco será intimado da decisão e poderá recorrer.

fonte: http://www.motokando.com

Escapamentos espotivos, ilegal ou legal??



Resposta da Roncar fabricante do escapamento Coyote...

Uma dúvida muito freqüente é com relação a probabilidade de multas ou apreensões de veículos que utilizam escapes esportivos. Infelizmente em nosso país, por despreparo ou má interpretação de alguns policiais de trânsito, este tipo de problema e constrangimento podem ocorrer.

O argumento utilizado pelos policiais ou agentes de trânsito é o Artigo 230 parágrafo XI do Código Nacional de Trânsito, que se refere aos escapamentos e silenciadores defeituosos ou inoperantes (furados, quebrados, com as câmaras internas desgastadas) e modelos “livres” (que não possuem miolo interno metálico ou com lã de vidro), o que não é o caso dos escapes esportivos da Roncar (Coyote RS, Competition, No_Way, Aluminium, Aluminium RS, Turbo, Custom), que são confeccionados dentro dos mesmos padrões que os modelos importados (Yoshimura, Vances & Hines, Cobra, etc) com lã de vidro, manta de aço e miolo perfurado, que abafa e mantém a compressão do motor, portanto não sendo “diretos” ou “livres”, emitindo níveis de decibéis (ruído) dentro do permitido e estipulado pelo CONAMA, órgão este, responsável pela emissão de ruído e poluição.

Porém, as próprias Autoridades desconhecem as informações contidas aqui e cometem o erro de considerar que qualquer escape, não sendo o original, seja proibido, o que é um absurdo.

Abaixo segue Tabela e informações retiradas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) necessárias para esclarecimentos, e que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, emitindo, quando necessário, algumas Resoluções contendo normas e regras de utilização.

Segundo a Resolução CONAMA nº. 252 Artigo 1 - Parágrafos 1º e 3º, de 01/02/99, que estabelece, para os veículos rodoviários automotores, inclusive veículos encarroçados, complementados e modificados, nacionais ou importados, limites máximos de ruído nas proximidades do escapamento, para fins de inspeção obrigatória e fiscalização de veículos em uso:

§ 1o Para veículos nacionais ou importados, do ciclo Otto, que atendam aos limites máximos de ruído em aceleração estabelecidos nas Resoluções no 002/93 e 008/93 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, o limite máximo de ruído para fins de inspeção obrigatória e fiscalização é o ruído emitido por veículos automotores na condição parado, declarado pelo fabricante ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, conforme art. 20, § 6o da Resolução CONAMA no 008/93 ou art. 1o, § 6o da Resolução CONAMA no 002/93, dependendo da categoria de veículo.

§ 3o Para os modelos de veículos do ciclo Otto, que não atendam aos limites máximos de ruído em aceleração estabelecidos nas Resoluções CONAMA no 002 e 008, de 1993 e para os modelos de veículos do ciclo Diesel produzidos até 31 de dezembro de 1998, são estabelecidos os limites máximos de ruído emitidos por veículos automotores na condição parado, conforme TABELA 1:
TABELA 1: Limites máximos de ruído emitidos por veículos automotores na condição parado para fins de inspeção e fiscalização de veículos automotores em uso, relativos aos modelos de veículos do ciclo Otto que não atendam aos limites máximos de ruídos emitidos por veículos automotores em aceleração estabelecidos nas Resoluções CONAMA no 002 e 008, de 1993, e aos modelos de veículos do ciclo Diesel produzidos até 31 de dezembro de 1998.
CATEGORIA
Posição do Motor
NÍVEL DE RUÍDO dB(A)
Veículo de passageiros até nove lugares e
Dianteiro
95
Veículos de uso misto derivado de automóvel
Traseiro
103
Veículo de passageiros com mais
de nove lugares
PBT até 2.000 kg
Dianteiro
95
Veículo de carga ou de tração,  
Traseiro
103
veículo de uso misto não derivado
de automóvel
PBT acima de 2.000 kg e até 3.500 kg
Dianteiro Traseiro
95
103
 Potência máxima abaixo de 150 kW
Dianteiro
92
Veículo de passageiros ou de uso misto com mais de 9 lugares e PBT acima de 3.500 kg  (204 CV)
Traseiro e entre eixos
98
Potência máxima igual ou superior a
Dianteiro
92
150 kW (204CV)
Traseiro e entre eixos
98
Potência máxima abaixo de 75 kW (102CV)    
Veículo de carga ou de tração com PBT acima de 3.500 kg Potência máxima entre 75 e 150 kW (102 a 204 CV)
Todas
101
Potência máxima igual ou superior a 150 kW (204CV)    
Motocicletas, motonetas, ciclomotores, bicicletas com motor auxiliar e veículos assemelhados 
Todas
99





Sendo assim abaixo está o Laudo Técnico de teste realizado com modelos Coyote RS e Competition, em uma Honda CBX 250 Twister, notadamente a moto de pequena cilindrada, mais forte e que emite ronco maior, dentro das normas técnicas de medição usadas pelas próprias montadoras, ou seja, ABNT 9714, feito por laboratório especializado.

Note na seqüência a pequena variação entre os resultados apresentados com o escape original Honda e com os Coyotes:


fonte: http://www.roncar.com.br

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Traxx apresenta a nova Joto 135



Nova Joto 135 chega ao mercado com algumas alterações estéticas e mecânicas. Com seu motor  de 133 cm³, a marca assume a nomenclatura 135 cm³ , deixando de lado o antigo nome Joto 125. No visual a moto recebeu um novo conjunto de farol/carenagem que segundo o fabricante aumenta o foco e a luminosidade, além de esteticamente ser mais bonita que a anterior.

Mecanicamente a moto recebeu alterações na carburação e no escapamento para se adequar aos mais rígidos padrões de controle de emissões de gases poluentes do mundo, seguindo as normas do Euro III e do Promot 3 (Programa de Controle do Ar por Motociclos e Veículos Similares). Sua exclusiva (para a categoria) suspensão traseira monoamortecida com sistema de link, recebeu nova calibragem, deixando a suspensão mais firme e um pouco mais alta. O novo modelo está disponível nas concessionárias da marca, em quatro cores (preto, prata, azul e vermelho), com preço sugerido de R$ 5 099 00.

fonte: http://motociclismo.terra.com.br

Yamaha tira motard XTZ 250 X de linha



Contrariando uma tendência de mercado, e para tristeza dos fãs deste modelo, a Yamaha retira de seu catálogo a XTZ 250 X, que nada mais é que a versão motard da Lander. Com a chegada da Ténéré 250, a marca dos diapasões acabou tomando esta decisão de descontinuar a moto. Com isto, a Yamaha deixa espaço em um nicho de mercado, que vinha crescendo, pois este estilo  de moto esta cada vez mais caindo no gosto do consumidor.

Esta categoria é ideal para o uso em cidades, pois mescla a segurança que as motos trail oferecem para transpor buracos (que são muitos em São Paulo e no Brasil a fora),  por terem suspensões de curso maior, e a agilidade das street pelo diâmetro de suas rodas e pneus de características esportivas.

As vendas das três versões no último mês de dezembro, se somadas chegavam perto das vendas da Honda XRE 300. Foram 261 unidades da versão “X”, 600 unidades da trail Lander e 985 unidades da Ténéré 250, totalizando 1 846 motos contra 3 013 unidades da XRE 300. No ano de 2010 foram 9 982 unidades das três versões da Yamaha contra 28 924 unidades da Honda XRE 300. A XTZ 125 X continua em linha.

fonte: http://motociclismo.terra.com.br

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Honda lança óleo genuíno para motocicletas



O óleo lubrificante é o elemento que mais afeta o desempenho e a vida útil do motor de um veículo. Sendo assim, com o objetivo de melhorar ainda mais a performance e durabilidade de seus produtos, a Moto Honda da Amazônia, através da sua Divisão de Peças, acaba de lançar o Óleo Genuíno Honda, desenvolvido e testado para uso em todas as motocicletas da marca.

Uma evolução do óleo utilizado anteriormente nas motocicletas Honda, o produto é um lubrificante semissintético, de especificação SAE 10W-30 - API SJ/JASO MA, indicado para motores quatro tempos de alta rotação, movidos a gasolina e/ou etanol (álcool). Formulado com óleos selecionados e aditivos de alta tecnologia, possui características de alto desempenho e proporciona excelente proteção para o motor, transmissão e embreagem, melhorando a vida útil destes componentes, além de contribuir para redução do nível de emissão de poluentes ou mesmo o consumo de combustível.
A partir de janeiro de 2011, todas as motocicletas Honda já sairão de fábrica com o novo Óleo Genuíno. O Manual do Proprietário de todos os modelos da marca traz informações atualizadas sobre a especificação do produto e orientações de uso.
O Óleo Genuíno Honda é comercializado em embalagem de 1 litro, ao preço público sugerido de R$ 15,00 (com base no Estado de São Paulo), e também a granel, quando utilizado nos boxes de Serviço Expresso - exclusividade das concessionárias Honda. Assim, o cliente paga apenas o exato volume consumido na motocicleta.
Mais detalhes sobre o produto, que já está à venda nas quase 1.000 concessionárias da marca distribuídas por todo o País, poderão ser obtidos pelo telefone 0800 55 2221.
 
 fonte: http://www.motokando.com

BOSCH apresenta o menor sistema ABS do mundo.


                                   BOSCH começa a produzir em serie seu mais novo sistema de freios ABS especificamente desenvolvido para motociclista, nomeado de ABS-9 Plus. Inicialmente ira equipar as Kawasaki ZX 10 e Ducati Diavel, este sistema desenvolvido pelos alemães da BOSCH é hoje no mercado o menor e mais leve dispositivo para gerenciamento de freios do mundo. Atualmente esta ocorrendo uma ‘desmistificação’  sobre freios ABS, principalmente para quem utiliza a moto de forma mais esportiva.

                                   Motocicletas como as Honda CBR 600 RR e Fireblade já oferecem este importante item de segurança como opcional. A BMW S 1000 RR também traz este dispositivo, além de controle de tração. No Brasil a Honda inovou ao dotar sua trail, a XRE 300 com o sistema ABS de acionamento combinado nos freios,  moto que foi elogiada mundialmente pelo seu desempenho e segurança nas frenagens.

http://motociclismo.terra.com.br 

Honda começa 2011 com três novidades no Brasil.



                                   Trabalhando para se manter no topo do mercado brasileiro, a Honda anunciou neste sábado (1) três novas motocicletas para sua linha no Brasil. Os lançamentos são: a best-seller Biz 125, que agora é Flex, a nova Shadow 750 e a CG 150 Titan, que recebeu um face-lift. Dentre as novidades, a moto que mais deve chamar atenção é a nova Biz, que inaugura a era bicombustível no segmento cub.


                                 Além de rodar com etanol, a nova Biz também passou por modificações profundas em seu conjunto e, de acordo com a Honda, 95% dos componentes das carenagens e chassi foram modificados. Já para os fãs do estilo custom, a Honda promoveu interessantes modificações na Shadow, assim, a modo tem um visual mais oderno, está mais ágil e conta com a novidade de poder vir equipada com ABS.



                                Desse modo, torna-se a primeira custom fabricada no Brasil a contar com o dispositivo. Para completar a onda de lançamentos, a marca da asa renovou o conjunto óptico dianteiro da CG 150 Titan. Com a modificação, a Titan fica muito mais parecida com a CB 300R. Todas as informações sobre Biz Flex, nova Shadow e CG 150 Titan estão na edição nº 157 de janeiro de 2011.  


fonte: http://motociclismo.terra.com.br

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Hornet 2011


Está confirmado a Honda CB 600F Hornet 2011 nas cores verde metálico e azul metálico. A mecânica permanece a mesma: motor quatro cilindros em linha de 599,3 cilindradas que fornece cerca de 102 cavalos de potência aos 12.000 rpm. A Honda Hornet também está disponível em uma versão equipada com freios ABS.
Ficha Técnicaítem Caractéristicas
Dimensões

Comprimento 2.085mm
Largura 760mm
Altura 1.090mm
Distância Entre Eixos 1.435mm
Distância Mínima do Solo 135mm
Altura do Assento 804mm
Peso Seco 173Kg(STD) e 177Kg.(ABS)
Capacidade 

Tanque de Combustível 19 Litros
Óleo de Motor(total) 3,5 Litros

Chassi

Tipo Diamond Frame de alumínio
Suspensão Dianteira Invertida
Curso da Suspensão D. 120mm
Suspensão Traseira Monoamortecida
Curso da Suspensão T. 128mm
Freio Dianteiro Disco de 296mm
Freio Traseiro Disco de 240mm
Pneu Dianteiro 120/70 ZR17M/C
Pneu Traseiro 180/55 ZR17M/C

Motor 

Tipo DOHC, 4 tempos
Número de cilindros 4
Arrefecimento Líquida/Rádiador
Cilindradas 599,3cm³
Sistema de Alimentação Injeção Eletrônica
Potência Máxima 102cv a 12.000 rpm
Torque Máximo 6,53kgf.m a 10.500 rpm
Transmissão 6 velocidades
Sistema de Partida Elétrica

Frenagem das Hornet(fonte Revista Moto! Ano 15 nº 171)

Piso: Asfalto limpo e seco.Velocidade Sem ABS Com ABS
40 a 0 km/h 4,0 metros 5,0 metros
60 a0 km/k 9,1 metros 10,0 metros
80 a 0 km/h 16,3 metros 17,5 metros
100 a 0 km/h 25,2 metros 28,7 metros

Atenção, em piso molhado ou com areia/sujeira, o freio ABS freia mais.

fonte:motokando 

Estouros com a motocicleta danifica o motor?


Muitos motoqueiros se divertem “estourando” seus escapamentos, dando o chamado “pipoco”. A prática é comum e acontece quando desligamos a chave da moto e ligamos novamente. Poucos sabem o porque disto e menos pessoas ainda sabem o quanto esta “diversão” pode ser prejudicial a moto.

Quando o motor está em funcionamento, o movimento do pistão faz com que seja "sugado" para a camâra de combustão a mistura fresca ( mistura de ar +gasolina em vapor, antes da queima), esta mistura é detonada pela faísca da vela de ignição. Ao funcionar o motor e desligar a chave ou o stop ignition, acontece que a vela não envia mais faísca, mas o motor ainda está girando, este movimento do motor resulta em um acumulo de mistura fresca na camâra de combustão e também no escapamento. É nesta hora que se liga novamente a chave ou o stop ignition, e a vela retorna a soltar faísca queimando o excesso de mistura fresca que está acumulada, com isso ocorre uma explosão grande.

Danos prejudiciais

A grande explosão que ocorre, resulta sim e danos para a sua moto. Primeiramente e menos importante no pistão, pois o mesmo recebe um impacto fora do normal para o que foi dimensionado. Em segundo lugar, as válvulas de escape também sofrem com o impacto e podem ocorrer pequenos empenos nas válvulas. Em terceiro lugar o cano de escapamento, o qual ocorre ruptura das paredes, e também superaquecimento dado que muitas vezes chega a sair fogo pelo escapamento. E para terminar, o sistema do motor em um todo, acaba sofrendo, podendo ocasionar um desgaste prematuro.

fonte:motokando 

Moto Mix e seu funcionamento...


Um dos grandes sucessos lançados pela Honda no ano de 2009 chegou com uma certa desconfiança no mercado. Meses após seu lançamento, a Honda CG 150 Titan Mix, primeira motocicleta flex do mundo, o mercado confirmou o sucesso do novo modelo.

Até o mês de agosto, 65.616 unidades da CG 150 Titan Mix foram vendidas. A moto pode rodar só com álcool, só com gasolina ou com os dois combustíveis em qualquer proporção no tanque de combustível. Por este motivo a moto ganhou o singelo nome de “Mix”.Mas afinal, como funciona o sistema flex e o que as luzes do painel indicam?

As lâmpadas são fáceis de desvendar. Todas apagadas, a moto está rodando com gasolina. “MIX” acesa, a moto está rodando com uma proporção maior de álcool. Já quando a luz “ALC” está acessa, a moto está rodando 100% com álcool. Quando a luz “ALC” piscar, o recomendável é completar o tanque com 20% de gasolina. Isso pode ocorrer em regiões que apresentam invernos rigorosos e baixas temperaturas.

E como o painel identifica o combustível? Isto é possível graças a um “computadorzinho” que está ligado a sete sensores que monitoram o desempenho do motor e transmitem informações sobre a mistura que está sendo utilizada. De acordo com os dados fornecidos por estes sensores, a central eletrônica escolhe um dos quatro programas de funcionamento: tanque abastecido com gasolina, tanque contendo gasolina e álcool na mesma proporção, tanque contendo maior quantidade de álcool e tanque abastecido apenas com álcool.

FONTE: UOL