Mc carcarás do ingá

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Salão Duas Rodas terá test ride de quase todas as marcas

Pista de testes da Honda no Salão Duas Rodas 2013


Como é de costume, o Salão Duas Rodas 2015, maior evento de duas rodas da América Latina, que acontecerá de 07 a 12 de outubro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, terá diversas atrações/shows para o público visitante. Um dos destaques e novidades dessa edição será o Duas Rodas Experience, uma área de testes com pista compartilhada das marcas BMW, Ducati, Kawasaki, KTM e Triumph. Além disso, Honda e Yamaha terão pistas exclusivas para test ride de seus modelos.

A pista será montada especialmente para receber motos de alta cilindrada e serão realizados mais de 500 testes por dia.

“O público que visitar o Salão terá uma experiência única. No espaço poderão fazer testes de arrancada, de frenagem, dirigibilidade, agilidade e até ergonomia dos modelos. Sem a parceria das cinco marcas isso não seria possível. Para os fabricantes também será uma oportunidade de mostrar os seus lançamentos e ter um feedback dos motociclistas'', explica João Paulo Picolo, diretor do Salão Duas Rodas.  Capacetes da marca Taurus também serão disponibilizados. O Duas Rodas Experience será patrocinado também pela Pirelli e Mobil.

Honda e Yamaha terão, cada uma, na parte externa do Anhembi, pistas próprias e exclusivas, com as motocicletas que serão lançadas no Salão Duas Rodas.
Mais informações: www.salaoduasrodas.com.br.

SERVIÇO:
SALÃO DUAS RODAS
Quando:7 a 12 de outubro de 2015
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana)
Site: www.salaoduasrodas.com.br


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Nova clássica moderna da Triumph vaza em filme com Beckham



Suspensão invertida e disco duplo na dianteira, além de refrigeração líquida, devem equipar a nova Triumph

O ex-jogador inglês David Beckham é um motociclista convicto, como comprovam as diversas fotos de paparazzi espalhadas pela internet e a sua aparição em um documentário de uma aventura de moto na Amazônia. Inglês e com forte identificação com a Triumph, Beckham também é garoto propaganda da famosa marca de roupas e jaquetas Belstaff. Juntando todos esses pontos e um novo filme promocional da Belstaff divulgado no instagram da marca chegamos ao possível vazamento das primeiras imagens da nova linha de clássicas modernas da fabricante inglesa.

triumph_street_trackerNeste outro take do filme “Outlaws'' da Belstaff é possível ver o estilo cafe racer da nova Triumph

Estrelado pelo ex-jogador e por atores famosos como Harvey Keitel e Cathy Moriarty, o filme “Outlaws'' foi criado para promover a nova coleção de jaquetas e roupas para motociclistas da Belstaff. Com uma atmosfera surrealista, o curta metragem (ou longa-metragem?) mostra Beckham como um piloto dublê acelerando motos que lembram a Triumph Scrambler e modelos maiores como o da foto acima. Em uma das cenas, a atriz Katherine Watersthon está sentada sobre uma Triumph café racer, que parece ter refrigeração líquida, suspensão invertida e disco duplo de freio com pinças radiais na dianteira. O belo tanque em aço escovado também dá pistas de como será a futura Triumph retrô que será chamada de Street Tracker, segundo a imprensa inglesa que flagrou o registro de tal nome pela fábrica de Hinckley.  O suspense deve acabar até novembro, quando acontecerá o EICMA 2015, o salão de motos de Milão, que deverá ter todas as novidades 2016. Ou até mesmo antes, em 22 de setembro, quando o filme “Outlaws'' estreia no YouTube.  (Por Arthur Caldeira)






quarta-feira, 2 de setembro de 2015

10 motos mais vendidas em agosto de 2015

Honda CG 150 ainda é a mais popular do país

Entre as motos, não há surpresas. A Honda CG 150 segue na liderança folgada. Em agosto, foram 28.350 unidades, contra 14.472 unidades da segunda colocada, a Biz, também da Honda.

 

Fonte: g1.globo.com

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Harley-Davidson Electra Glide faz 50 anos de estrada



Aldo Tizzani
Estados Unidos, 1965. Nascia em Milwaukee, estado de Wisconsin, um modelo que se tornaria um icône da linha Harley-Davidson: a Electra Glide. A moto, que acaba de completar 50 anos, praticamente inaugurou o segmento “Grand Touring”. A moto já apresentava ar imponente e malas laterais rígidas. E meio século depois, continua servindo de inspiração para a fabricação de motocicletas desta categoria. Por isso, o estilo é cultuado em várias partes do globo, inclusive no Brasil.

A família Touring da Harley teve sua grande ascensão nos anos de 1960. A marca introduziu a partida elétrica na FLH e criou a FLHB Electra Glide, em 1965. A inovação foi fundamental, pois se tornava cada vez mais difícil ligar os motores de dois cilindros em “V” de grande capacidade no pedal de partida. Como eram necessários uma bateria maior e um sistema elétrico de 12V para executar o acionamento do motor, o tanque de óleo teve de ser redesenhado. Inicialmente, a H-D manteve o pedal de partida, já que os saudosistas tinham dificuldades para se adaptarem aos “novos tempos”.

Ainda em 1965, o visual da Electra Glide ganhou destaque com a adoção de elegantes paralamas, banco solo mais ergonômico e alforjes feitos em fibra de vidro, que no início era equipamentos opcionais, depois disponível no pacote chamado “King of the Highway”, traduzindo, rei das autoestradas. O modelo tinha escapamentos duplos, além de uma combinação de engate de marcha na mão e embreagem com acionamento com o pé.

Novo motor
Em 1966, a Electra Glide ganhou o famoso motor Shovelhead, de 1.200cc, que oferecia 10% a mais de potência. Três anos mais tarde, a fábrica pensou em incrementar a vocação estradeira do modelo. Criou uma carenagem em formato de “asa de morcego”, conhecida como “BatWing”, que era montada nos garfos e vendida como opcional. O acessório fez tanto sucesso ao melhorar a proteção aerodinâmica que, algum tempo depois, virou item de série e, hoje, é sinônimo da família Touring da H-D.


Com o passar dos anos o modelo evoluiu. A moto ganhou freios a disco na dianteira e a tambor com acionamento hidráulico na traseira ao longos dos anos de 1970. Mais tarde viriam a transmissão final por correia dentada e um painel com sistema de som montado na própria carenagem.

Ganhando cada vez mais tecnologia e conforto, em 1986, surgiu a Electra Glide Classic. O modelo já se parece com as atuais motos Touring vendidas pela H-D. No final da década de 1980, chegou uma versão mais ágil e compacta: a FLHS Electra Glide Sport. O modelo não trazia top case, mas tinha um parabrisa removível. 

Injeção eletrônica
Em 1995, no 30º aniversário da Ultra Classic Electra Glide, a moto foi a primeira da linha H-D a adotar injeção eletrônica de combustível. Já em 2009, a Electra Glide e todos os outros modelos Touring da Harley receberam um quadro totalmente novo, com centro de gravidade mais baixo e maior distância entre-eixos. Isso melhorou consideravelmente a dirigibilidade da moto.


No Brasil, a partir de 2012, a versão Ultra Limited, a mais completa da família Touring, substituiu a Electra Glide Ultra Classic. No ano seguinte todas as versões da família turismo da H-D receberam as inovações – mecânicas e tecnológicas – do Projeto Rushmore. Assim, a “Grand American Touring” se tornou um dos modelos mais vendidos pela HD no País.

Projeto Rushmore
Reformulada em 2013 pelo Projeto Rushmore, a “Grand American Touring” ganhou mudanças que vão do visual à ciclística, passando pela ergonomia dos assentos, central multimídia e, principalmente, um novo motor. O Twin Cam 103 High Output Twin Cooled, de 1.690 cm³, foi o primeiro na história da marca a receber um sistema de refrigeração líquida. Mas vale ressaltar que o arrefecimento “esfria” apenas as válvulas de escape – segundo a Harley isso foi feito para não abafar o tradicional som dos dois cilindros em “V”. Claro que também houve ganho de desempenho: o torque aumentou para 14,3 kgf.m a 3.750 rpm. 


O conforto do piloto e passageiro também foi aprimorado, com assentos maiores e encosto mais alto para a garupa. A tradicional carenagem estilo “BatWing” foi reestilizada em túnel de vento: ganhou um duto de equalização para reduzir a turbulência. 

Na parte ciclística, a linha Touring passou a contar com sistema de freios Reflex com ABS, que evita o travamento das rodas e distribui a força de frenagem.

Nos quesitos entretenimento e informação, os modelos finalmente se renderam à modernidade. Desde 2014, ganharam tela touchscreen e sistema de navegação por satélite, além de software de reconhecimento de voz, que permite controlar o som e o GPS usando a fala.

Hoje, no Brasil são comercializadas três motocicletas da família Touring: Road King Classic, Street Glide Special e Ultra Limited. A Ultra Limited custa a partir de R$ 87.200.

Mesmo com todos os refinamentos e atualizações, a Electra Glide manteve a essência do turismo, aliado ao espírito de liberdade, características cultuadas pelos harleyros do mundo todo nesses 50 anos de história.
 
Harley-Davidson Electra Glide Batwing


Harley-Davidson Electra Glide

Harley-Davidson Electra Glide

Harley-Davidson Electra Glide 1965

Harley-Davidson Electra Glide 1971

Harley-Davidson Electra Glide

Harley-Davidson Electra Glide na estrada


Fonte: www.moto.com.br

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Indian Motorcycle anuncia os 5 modelos que lançará no Salão Duas Rodas


A Indian Motorcycle, fabricante americana de motocicletas que está chegando ao Brasil, anunciou hoje os cinco primeiros modelos que serão vendidos aqui a partir de outubro: Indian Scout, Chief Classic, Chief Vintage, Chieftain e Roadmaster.
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Chief Classic: monoamortecedor na traseira apesar dos 354 kg

Nessa primeira fase a marca terá a sua rede de concessionárias nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, e Florianópolis, em lojas exclusivas da Indian Motorcycle com showroom de produtos e oficinas completas. Novos pontos de venda serão anunciados em 2016, nas demais regiões do país.
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Chief Vintage: 16 kgf.m de torque em uma obra de arte

O site oficial já  tem as informações técnicas dos modelos e uma linha do tempo com histórias da centenária marca americana de motocicletas custom.
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Um índio elegante é exatamente o que a Chieftain sugere


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Única com motor 1.133 cc, é difícil escolher a Scout mais bonita: vermelha, preta ou prata

Demorou 114 anos mas chegou.
Preços? Só no Salão Duas Rodas, no dia 06 de outubro.
Site oficial: www.indianmotorcyclebrasil.com.br
Fanpage no Facebook: https://www.facebook.com/IndianMotorcycleBrasil



Suzane Carvalho

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Suzuki V-Strom 650 XT ABS chega por R$ 34.920




Cícero Lima
O segmento de motos aventureiras vai muito bem. É um mercado que oferece quase uma dezena de modelos e 20 variações. Até o final de julho, o modelo mais vendido entre essas motos é o mais caro: BMW R 1200 GS. Foram emplacadas 1.632 unidades do modelo alemão que tem preço inicial de R$ 69.900. Esse é apenas um exemplo da importância do mercado de aventureiras que, nos primeiros sete meses de 2015, movimentou perto de R$ 500 milhões.

Para abocanhar uma fatia desse seguimento, a Suzuki lançou uma versão mais aventureira da V-Strom 650, chamada V-Strom 650 XT ABS. O modelo chega ao País com preço público sugerido de R$ 34.920. Além de características importantes para agradar aos entusiastas do turismo fora de estrada. Um exemplo é a roda raiada de 19 polegadas na dianteira (capaz de receber pneu sem câmara), sistema de freio ABS, paralama “bico de pato” e parabrisa regulável em três posições.

Sua motorização, com dois cilindros em “V”, oito válvulas e refrigeração líquida o diferencia das demais motos à disposição. Sua potência máxima é de 69 cv (a 8.800 rpm) e o torque de 6,12 kgf.m (6.400 giros) a credenciam para brigar na categoria. Seu desempenho a colocam em vantagem contra as monocilíndricas e não está tão longe das concorrentes mais potentes (e caras).

O sistema de freios usa dois discos de 310 mm na frente e disco simples (260 mm) na traseira. Para aumentar a segurança, a nova Suzuki já vem com sistema ABS de série. Já as suspensões são convencionais: garfo telescópico na dianteira, com curso de 150 mm, e balança traseira com curso de 160 mm. Na 650 XT é possível regular a pré-carga da mola e o destaque é o conjunto traseiro, que pode ser regulado apenas com o uso de uma “borboleta”.

Se a nova Suzuki traz diversos equipamentos que agradam aos aventureiros, a moto terá de lutar contra a tradição da Yamaha Ténéré. Custando R$ 33.680, a XTZ 660 Ténéré traz ABS de série e roda raiada com aro 21 na dianteira. A desvantagem fica para seu motor de um cilindro que tem desempenho inferior: 48 cv de potência máxima a 6.000 rpm e 5,92 kgf.m de torque a 5.500. Contam também a favor da Yamaha Ténéré a maior rede de concessionários e, claro, o preço menor.

Por falar em preço, se essa não for uma preocupação do motociclista, o mercado oferece opções bem mais sofisticadas e potentes. Um exemplo é a inglesa Triumph que oferece versões da consagrada Tiger 800, a partir de R$ 37.690 – caso da XR. Seu motor de três cilindros em linha oferece 95 cv de potência máxima e torque de 8,06 kgf.m nas 7.850 rpm – tem rodas de liga-leve, mas já vem de fábrica com controle de tração e freios ABS. Caso faça questão de ter uma roda raiada o motociclista terá de investir pelo menos R$ 40.790 para ter a versão XC na garagem.

Por R$ 43.350 já é possível comprar a BMW F 800GS (versão Premium), o modelo traz roda dianteira raiada e adotou também um bom nível de tecnologia embarcada. O motor de dois cilindros paralelos (798 cc) oferece a potência máxima de 85 cv (a 7.500 rpm). O torque máximo de 8,3 kgf.m está disponível em 5.750 rpm.

Apesar das concorrentes, a Suzuki V-Strom 650 XT ABS tem atributos para fazer sucesso, a começar pelo motor de dois cilindros de funcionamento suave e bom desempenho, o mesmo utilizado na V-Strom standard e na Gladius. Assim como sua irmã mais comportada, a V-Strom XT oferece maior proteção aerodinâmica e conforto. Com tudo isso, e pelo seu preço, o maior obstáculo para o sucesso da nova Suzuki talvez seja a falta de divulgação do produto e a estratégia tímida da empresa no País.


Fonte: www.moto.com.br

Depois da Yamaha R3, chegou a MT-03 com motor de 321cc

Produção do modelo foi confirmada para a linha 2016 na Europa e nos Estados Unidos

 

O lançamento de uma MT-03 era esperado desde o anúncio da MT-25 para os mercados asiáticos, no último mês de junho. São variações de cilindrada para atender a legislações de países diferentes, assim como as esportivas R3 e R25. Só o motor muda, com 321cc (72cc a mais), por conta dos diâmetros de cilindro maiores, rendendo 42 cv em vez de 36 cv e 3 kgf.m de torque no lugar de 2,3 kgf.m.

Em relação à R3 recém-lançada no Brasil a MT-03 perde 5 kg sem a carenagem e recebe um guidão mais largo – mudança semelhante à da Kawasaki Z300 derivada da Ninja. O farol passa a ser único e acabamentos plásticos são adicionados embaixo do tanque e do motor (spoiler). Ainda não há previsão de vendas no Brasil.  
 

 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Linha Harley-Davidson 2016: Sportster fica mais confortável e Fat Boy mais potente

Mudanças nos modelos vendidos no Brasil poderão ser apresentadas em outubro no Salão Duas Rodas 

 

As mudanças começam já pela família de entrada Sportster, com a Iron 883 e a Forty-Eight recebendo novas suspensões mais modernas, assento mais confortável e rodas de liga leve. Os dois primeiros itens eram desejo antigo dos proprietários, especialmente no Brasil, que se queixam da falta de conforto nas ruas esburacadas. O design das duas foi outro beneficiado pelas melhorias, já que parece mais sofisticado com as novas rodas e, no caso da 883, com o novo forro de banco. Aguardados com expectativa para a linha 2016 brasileira, os modelos Street 500 e 750 tiveram os freios aprimorados com mais potência por sistemas Brembo. Todas devem fazer sua estréia no Salão Duas Rodas, em outubro, exceto um dos modelos da família Street (a 750 é mais cotada para o Brasil).

Na linha 2016 o ícone Fat Boy passa a contar com o maior e mais forte motor de sua história, o 1.800cc das Touring topo de linha CVO, que estará disponível nas novas versões S e Slim S, também equipadas com cruise control (“piloto automático”) – os modelos Heritage e Deluxe receberão o sistema. A Fat Boy S segue a linha estética da Special, com cores foscas e preto no lugar de componentes cromados. Já a Slim evoca motos militares com sua cor verde-metálica e rodas raiadas (a Fat Boy sempre se caracterizou pelas rodas maciças). As duas versões da Fat não estão confirmadas para o país. 

 


 Fonte: www.revistaduasrodas.com.br

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Discovery desvenda o dia a dia de oficina custom



O canal de TV por assinatura Discovery Turbo anuncia o novo programa Custom Club Brasil que acompanha os talentos brasileiros que criam e customizam motocicletas em uma oficina paulistana. Com estreia na segunda-feira, 31 de agosto, às 22h, a série em 13 episódios documenta a rotina movimentada dos responsáveis por projetos de personalização, desde os esboços à entrega para os clientes.

A garagem da AZ Motorcycle guarda os cavalos de aço daqueles que querem ir além dos atributos vindos de fábrica e confiam a tarefa da transformação a Helcio Zambotto e sua equipe de mecânicos e funileiros. Com trabalho artesanal, forjando metal com marteladas e fazendo inspeções minuciosas com seus olhares treinados, o grupo redefine o design, aprimora o desempenho e cria projetos personalizados que superam as expectativas da clientela exigente.

Helcio se dedica à customização de motos há duas décadas. Empreendedor nato, já foi dono de lava-rápido, pizzaria e estacionamento – sempre manteve a modificação de motos em paralelo, como um hobbie que, aos poucos, se transformou em profissão. Com o tempo, veio a especialização, uma equipe confiável e a reputação. Hoje, a AZ Motorcycle é um dos principais nomes do mercado e chega a desenvolver 40 projetos ao mesmo tempo.

Produzida ao longo de sete meses, Custom Club Brasil acompanha a entrega de 30 motos, enquanto mostra o cotidiano frenético da oficina e a dinâmica da relação entre Helcio e seus funcionários, os quatro filhos e a esposa Karina, que também trabalha na AZ.

A série registra ainda o momento de expansão da oficina, quando Helcio decide abrir uma hamburgueria e um estúdio de tatuagem no mesmo endereço. O negócio cresce, as responsabilidades aumentam e Helcio encara o desafio contínuo de lidar com uma clientela exigente e uma equipe formada por profissionais de personalidade forte. A adaptação a este novo cenário resulta em alguns conflitos registrados nesta produção original.

Nesta série, a adrenalina não corre só nas veias dos fanáticos por motos, mas também nos imprevistos mecânicos e de customização que acontecem a todo momento.



PERSONAGENS E CURIOSIDADES DE CUSTOM CLUB BRASIL
 
Helcio – dono da “fábrica dos sonhos”, como ele próprio define.
Karina – esposa de Helcio, parceira na oficina e na vida; organiza horários, agenda de entregas e mantém a equipe no eixo.
Gordo – funileiro à moda antiga, tem orgulho de desenvolver um trabalho artesanal.
Reginho – caçula na equipe de mecânicos, já nasceu com gasolina nas veias.
Diego – o famoso “faz-tudo” da oficina. Sonha em ser sócio de Helcio.
Pantera – mecânico experiente, faz as revisões finais nos projetos e não deixa passar nada.

Episódio 1

Estreia: segunda-feira, 31 de agosto, às 22h
O episódio registra todas as etapas do projeto de Kupeu, cliente que vive em Búzios e, depois de 30 anos sem ter uma moto, resolveu voltar ao mundo sobre duas rodas a bordo de uma Harley Davidson FXST customizada por Helcio – rodas mais largas na traseira e latão cromado estão entre os detalhes. Ainda na estreia da série, um cliente quer um guidão maior para sua motocicleta e Helcio procura um novo gerente para o bar e hamburgueria – Guido entra para a família AZ como sócio na nova empreitada.

Episódio 2

Estreia: segunda-feira, 31 de agosto, às 22h30
Helcio vive as primeiras adversidades para reativar o bar e hamburgueria – com a ajuda de Guido, o novo gerente, ele trabalha para equipar o ambiente. Diante de um projeto considerado simples, Helcio tropeça em algumas etapas – no momento da entrega, o cliente não se sente tranquilo para pilotar e deixa a moto na oficina para que a equipe faça novos testes. Helcio precisa acertar as arestas deste projeto enquanto trabalha em outras duas motos: uma revisão mecânica e a customização de um assento.

Episódio 3

Estreia: segunda-feira, 7 de setembro, às 22h30
Momento importante na vida de Helcio: sua festa de aniversário coincide com a reinauguração do bar. Depois de contratar Guido, o gerente, e Duílio, o chef, ele decide reformar o ambiente. Um detalhe elementar, a coifa, quase acaba com os planos para o grande dia. Enquanto isso, Helcio trabalha nas motos de dois irmãos que querem customizações em estilos bem diferentes e mostra por que está à frente da AZ ao desenvolver uma nova técnica de pintura.

Custom Club Brasil é uma coprodução entre a Moonshot Pictures e a Discovery Networks, com direção geral de Roberto d’Ávila, direção de André Barmak e produção executiva de Suraia Lenktaitis. Pela Discovery, o projeto tem supervisão de Gabriela Varallo, Roberto Martha, Rafael Rodríguez e Michela Giorelli.

SERVIÇO
 
Na estreia da série, em 31 de agosto, vão ao ar os dois primeiros episódios em sequência, às 22h e às 22h30. A partir da segunda semana (7 de setembro), episódios inéditos serão apresentados às 22h30, precedidos pela reapresentação do capítulo anterior, às 22h.
 
Fotos: Discovery Turbo/Divulgação