Mc carcarás do ingá

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Moto de Tarso Marques sai premiada do Salão Bike Show


Tarso Marques 

Nos dias 28 a 31 de janeiro, participei do Salão Bike Show (SBS), no Rio de Janeiro. Um evento de motocicletas que me surpreendeu muito positivamente em diversos aspectos. Não participava há anos de eventos de moto no Brasil, só estou participando dos internacionais, aí quando veio este convite e analisamos mais o evento, decidimos participar pra ver como seria esta experiência e pra ser sincero não tinha noção do porte do evento e qualidade do mesmo, é muito bacana ver que agora estamos tendo mais pessoas sérias no meio trabalhando duro para realizar eventos de melhor qualidade para nós os apaixonados por motocicletas.

A surpresa veio em todos os aspectos, pela organização impecável, pelo local do evento, pela quantidade de marcas de peso que participaram e, principalmente, pelo concurso de customização que fizeram, no qual participei com uma moto... Eles convidaram 12 dos principais customizadores do Brasil para exporem seus trabalhos cada um em seu estilo e conceito e com votação do público para a melhor moto.

Outro fator que me deixou impressionado e muito feliz foi o público carioca prestigiando o evento. Foi inacreditável a quantidade de pessoas visitando o salão, principalmente no sábado que bombou! Digo isso pois com todos meus anos de automobilismo sei o quanto os organizadores sofrem para trazer público para eventos diurnos no Rio de Janeiro, pois lá eles têm um concorrente cruel, a praia hahaha, e fica difícil tirar as pessoas de lá em dias de sol e eles conseguiram com êxito.

Bom, falando do concurso, foi maravilhoso para mim, para toda minha equipe, pois fomos os vencedores então não poderia ser melhor. Levei uma moto super conceitual com a qual já vencemos um Campeonato Mundial de customização nos EUA, ano passado,  e agora temos mais um título. O terceiro dela em três participações, sendo dois nos EUA e agora este no Brasil, o que nos deixa muito satisfeitos pois é o reconhecimento de todo o trabalho de muito esmero e carinho não só meu, mas sim de toda a minha equipe.

Eu desde comecei a fazer customizações 22 anos atrás, sempre fiz de tudo pra difundir isto no Brasil, pois era uma coisa que ninguém conhecia praticamente, então sempre procuro divulgar, ajudar, incentivar novos profissionais e adeptos para que isto cresça cada vez mais em nosso país, como felizmente vem acontecendo e se depender de mim ficará cada vez maior.

Os concursos como este do SBS são fundamentais para isto também, pois precisamos de mais reconhecimento para os customizadores brasileiros. As pessoas não tem noção da dificuldade que temos pra fazer nossas motos e carros aqui em relação aos americanos. Tenho sofrido com isso na pele, pois disputo os campeonatos lá com frequência e só eu sei o quanto ralamos pra sermos competitivos, e graças a Deus agora estamos muito fortes lá também e conseguimos vários títulos já, o que me orgulha muito, pois vencemos os maiores do mundo e somos respeitados lá.


Espero que os outros promotores se espelhem mais no SBS e deem mais ênfase neste assunto, pois temos tudo pra crescer absurdamente com a customização no Brasil, e eu visto esta camisa de verdade como embaixador numero 1 da customização no país desde 1994. Então todos podem contar comigo e vamos fazer mais e mais pela nossa paixão e revelar o talento dos brasileiros no assunto.


 




INFORMAÇÕES DA MOTO


> Primeira moto no mundo no estilo board tracker com 100% suspensão a ar na frente e traseira que não tem nem pezinho, pois baixa ate o chão.
> Rodas aro 26 na frente e na traseira, única no Brasil.
> Motor 1000cc Harley-Davidson Ironhead, desconhecemos outro semelhante no país se não for o único um dos raríssimos exemplares.
> Freio junto com transmissão.
> Todos os botões e comandos da moto são escondidos, não tem nada aparente no guidão
> medidor de combustível uma garrafa de Jack Daniel's.
> Chassis bem longo todo em ibean, modelo feito somente por nos no mundo todo cortado a laser e projetado em cad e feito a mão soldado cada sessão artesanalmente.
> Moto com centro de gravidade mais baixo que qualquer outra moto do mundo e posição de pilotagem também.
> Todas as peças desta moto são 100% exclusivas e feitas sob medida para este projeto
> Avaliada em R$ 300.000,00
 

Tarso Marques
tarsomarques.com


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Honda SH 125i ganha versão especial em homenagem a Marc Márquez

Modelo temático do bicampeão de MotoGP é restrito a 150 unidades.
Parte da renda obtida será revertida à caridade, diz fabricante.

 

A Honda apresentou na Espanha uma edição especial do scooter SH 125i em homenagem ao atual bicampeão da MotoGP, Marc Márquez. Restrita a 150 unidades, o modelo possui grafismos especiais remetendo ao piloto, como o seu logo "MM93" e a famosa "formiga atômica", apelido do espanhol.


De acordo com a Honda, parte da renda obtida com as vendas da moto será revertida para caridade. Em relação à mecânica, o modelo segue o mesmo, com motor de 1 cilindro e 11,8 cavalos, que trabalha em conjunto com câmbio CVT.


A série especial é destinada ao mercado e espanhol. Apesar do sucesso na Europa, a linha de scooters SH não é vendida no Brasil.




 

Fonte: http://g1.globo.com

Além de perigoso, 'empinão' pode fazer a moto quebrar e gera multa de R$ 1,9 mil



O ser humano é chegado em atitudes idiotas. Entre os motociclistas (ou seriam motoqueiros?) algumas modinhas bestas invadiram o mundo das duas rodas nacional, más atitudes na pilotagem que podem ter consequências bem ruins para quem pilota assim como para a motocicleta também.


Uma delas é empinar ou, o oposto, frear fortemente com o objetivo de “empinar ao contrário”, erguendo a roda traseira do chão, manobra conhecida por “RL”. Nos dois casos, os agentes de trânsito podem aplicar uma multa nada suave de R$ 1.915,40, fora a apreensão do veículo e suspensão do direito de dirigir. O texto do artigo 175 do Código de Trânsito Brasileiro trata isso como “utilizar-se de veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus”.


Uma empinada breve não causa danos graves ao motor da moto. Mas isso pode acontecer quando o percurso com a roda dianteira apontada para o céu é longo a ponto de o óleo do motor se concentrar em local onde o “pescador” não consiga mais sugar o lubrificante do cárter e mandá-lo às partes mais delicadas do motor. O que acontece? O óbvio: sem lubrificação adequada, o motor se desgasta mais rapidamente e, sem nenhuma lubrificação, ele quebra na hora.


Quanto ao “RL”, o problema não afeta tanto o motor mas sim a suspensão dianteira e a coluna de direção, principalmente seus rolamentos. O chassi, suspensão e freios de uma são feitos para suportar sem problemas a freadas fortes, buracos e outros episódios do uso normal. No entanto submeter esse conjunto a situações-limite com frequência cobra seu preço, e alto, pois os projetistas não prevêem resistência a tanto estresse.


Ter de trocar o conjunto de rolamentos da caixa de direção é apenas uma das consequências dessas frenagens estilo malabarista. Retentores das suspensão também vão para o espaço mais cedo, assim como o sistema de freios – disco, pastilhas ou tambor e sapatas. O quadro ou chassi também será afetado, perdendo resistência, o que, a longo prazo, resulta em trincas e rachaduras que o comprometem irremediavelmente.


Fazer "estouros"

 
Outra bobagem cometida por motociclistas é o “estouro”. Em túneis, ruas, avenidas e estradas, alguns se divertem provocando, através de uma ação muito simples (não vou ensinar…), uma forte explosão pelo escapamento. Barulho, gostemos ou não, faz parte da vida. Festas não poderiam deixar de ser ruidosas sob pena de perder totalmente a graça.



Um time entrando no estádio, fazendo um gol ou uma grande jogada, é algo que tem de ser obrigatoriamente acompanhado de ruídos – gritos, cantos, fogos de artifício –, assim como eventos como Carnaval, réveillon etc. Porém a satisfação de causar deliberadamente um forte ruído andando de moto pode assustar os outros motoristas e pedestres.


É uma espécie de sadismo sobre duas rodas. Felizmente, as motocicletas mais modernas, equipadas com injeção eletrônica e escapamentos com catalisador, anularam a possibilidade do condutor causar o tal “estouro”, mas se você é dono de um modelo mais antigo deve saber que essa prática, além de besta, não faz nada bem ao motor da motocicleta.


Resumidamente, o que causa o estouro pelo escapamento é uma porção de mistura ar e combustível não queimada dentro do cilindro que escorre para o tubo de escape e lá explode. Ou seja, o que tinha que ocorrer no lugar certo, gerando a energia que impulsiona a moto, acontece no lugar errado. Fora o desperdício de combustível e o pecado ambiental, essa explosão forte no lugar indevido provoca um estresse mecânico grande, e danos graves podem ser feitos à válvula de escape e sua respectiva mola e sede. A chance de entortar uma válvula de escape provocando o estouro é enorme e aí, meus amigos, o prejuízo é sempre grande.


Como vemos, atitudes circenses, sejam ela o estouro, a empinada ou o “RL”, podem parecer atraentes e sem nenhuma consequência, mas não são. Tanto do lado mecânico como no que diz respeito à lei, o melhor mesmo é deixá-las de lado. A habilidade no domínio da motocicleta é algo admirável. Os que se julgam acima da média nesse quesito devem direcionar esse talento para conduzir a motocicleta com segurança. Os que estão do lado oposto, os pouco talentosos, devem se limitar a treinar a condução segura e não tentar manobras que, no fundo, prejudicam o bolso e a saúde, tanto física como da moto.



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Morre designer da moto V-Max e do tradicional frasco de molho de soja

 

Kenji Ekuan faleceu aos 85 anos e foi o criador da icônica motocicleta.
Desenho do pote de molho de soja também se tornou clássico pelo mundo.

 

Kenji Ekuan, designer da lendária moto Yamaha V-Max, morreu aos 85 anos, informou o GK Design Group, empresa da qual foi fundador.

Ekuan criou as curvas da 1ª geração do modelo, em 1985, que tinha motor V4 de 1198 cc e gerava 140 cavalos de potência.

Na época, o modelo chamou atenção pela esportividade e linhas marcantes para o segmento custom, com grande dose de modernidade.

O falecimento ocorreu no dia 8 de fevereiro, no Japão, motivado por uma síndrome do nódulo sinusal.





Molho de soja

Considerado um verdadeiro artista, o designer também foi responsável pela criação do frasco do molho de soja da Kikkoman, com laterais delineadas em forma de lágrima e tampa vermelha. O projeto foi feito em 1961 e virou marca registrada da empresa e sinônimo de frascos de molho de soja pelo mundo.

Entre outros trabalhos relacionados a Ekuan está o de trens-bala no Japão. No campo político, o designer foi um forte defensor do pacifismo e do materialismo.

V-Max completa 30 anos

Dias antes da morte de seu "pai", a V-Max ganhou edição especial Carbon, já baseada em sua nova geração, com motor de V4 de 1.198 cc e 140 cavalos.


Fonte:http://g1.globo.com

 

Aventura: dois amigos encaram a Cordilheira dos Andes de Pop

Foram 19 dias de viagem e 4.550 km rodados com o modelo de entrada da Honda. Eles visitaram três países da América do Sul.


 Texto: Vinícius Piva



Grandes viagens pressupõem grandes motocicletas, certo? Nem sempre. Os amigos Marcelo Dias e Gilson Soares estavam dispostos a sair do lugar comum e fazer uma viagem desafiadora, que rompesse as fronteiras do Brasil, mas sem o conforto e a potência das big trail, as preferidas para este tipo de uso. A ideia era dar um tempero especial a cada quilômetro rodado. Assim, resolveram fazer um tour por países da América do Sul com uma Pop 100 para cada, o modelo mais barato da linha Honda.

O trajeto escolhido contemplava um pequeno trecho no Brasil, depois Bolívia, Chile e Peru. A saída foi de Porto Velho (RO) e a única certeza naquele amanhecer era a imprevisibilidade de uma viagem tão longa com duas pequenas motos de 97cc e 6 cv de potência. Depois de 330 km e 7 horas, a dupla chegou a Guajará-Mirim, ainda em Rondônia, fazendo uma média de 36 km por litro de gasolina. Tudo correu bem.


Na Bolívia, a falta de tráfego de veículos (e de postos de combustível) entre Riberalta e Rurrenabaque os obrigou a comprar 16 litros de gasolina em garrafas plásticas de 2 litros cada. Curtiram um pouco da beleza de Rurrenabaque, cidade organizada e cujo foco está no turismo pesqueiro, e seguiram em frente. Na saída de lá, um susto. O motor de uma das motos perdera potência e suspeitaram que seria o fim para a Pop, ainda no primeiro país. “Ao examinar, percebi que era apenas uma vela solta”, lembra Marcelo Dias.


Nos primeiros quilômetros percorridos da Estrada da Morte, pegaram uma ponte em construção. Enquanto um se encarregava de atravessar as duas motos, o companheiro ficou responsável por filmar o grande momento. Mais para frente se depararam com nova ponte inacabada. Parecia um pesadelo em que, não bastasse a baixa velocidade média das motos, sempre surgiriam dificuldades para retardar mais o avanço no roteiro. “Não teve jeito, retiramos todos os equipamentos das motos para atravessarmos carregando as duas com ajuda dos operários. Ao nosso lado estava um precipício”, diz o aventureiro. Pegaram chuva de granizo, uma das motos não passava de 30 km/h, mas chegaram exaustos e felizes.


Seguiram em direção ao Peru e em Puno, cidade no altiplano onde fica o lago Titicaca. A mais de 4.000 metros, desgastados pela altitude, pararam para recuperar o fôlego, superar o incômodo da falta de oxigênio e então prosseguir em segurança. Ficaram dois dias na cidade para conhecer a região do lago.


A dupla voltou ao país pela cidade de Assis Brasil, no Acre, após 19 dias de viagem, 4.550 km rodados de Pop e R$ 5 mil gastos entre hospedagem, alimentação e combustível. As pequeninas 100 continuam rodando, agora dentro do Brasil, sem nenhuma sequela.

 

Fonte:http://www.revistaduasrodas.com.br

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Primeiras impressões: nova Yamaha MT-07

 

Duas Rodas participou do lançamento oficial da naked no país e avaliou a motocicleta na pista

 

Na última sexta-feira (6), a Yamaha lançou a MT-07 no mercado brasileiro. Duas Rodas esteve em Piracicaba (SP), no evento de apresentação para a imprensa, e avaliou o modelo na pista do ECPA. Confira as primeiras impressões nas palavras de Ismael Baubeta, nosso editor de testes.


O design da moto segue a linha agressiva da irmã 09, mas sua posição de pilotagem é mais relaxada e confortável. O banco é bem estreito na frente o que favorece o posicionamento das pernas para a pilotagem. As pedaleiras não são tão recuadas e o corpo fica mais ereto, com os braços relaxados.


O motor de dois cilindros paralelos de refrigeração líquida rende 74,8cv a 9.000 rpm e 6,9 kgf.m a 6.500 rpm. A simples vista podem parecer números singelos, mas o comportamento é instigante, a entrega do torque começa cedo e nas arrancadas e saídas de curva empurra forte e é capaz de acompanhar motos maiores.


A MT-07 é leve e compacta, sua ciclística permite abusos, embora as pedaleiras e posição de pilotagem limitem suas intenções dentro de um autódromo, como foi no seu lançamento. Mas, longe de fazer feio, permite diversão e derrapagens nas saídas de curva ainda inclinada.


O sistema de freio tem potência de sobra para segurar os 179 kg (182 com ABS) em qualquer situação. Quando o ABS entra em ação, o pedal de freio abaixa causando estranha e falsa sensação de perda de pressão. A MT-07, como dizem os espanhóis, foi muito bem parida.

Yamaha convoca recall da XTZ 150 Crosser

 

Raios da roda traseira podem se quebrar e causar instabilidade.
Modelo foi um dos principais lançamentos da marca em 2014.

 

A Yamaha anunciou nesta segunda-feira (9) um recall da XTZ 150 Crosser, ano/modelo 2014/2015, por causa de uma falha de fabricação no cubo que compõe o conjunto da roda traseira.

 

De acordo com a montadora, "a profundidade dos furos de alojamento dos raios ficou maior que o especificado em projeto, aumentando a tensão dos mesmos após a sua montagem".


O problema pode ocasionar a ruptura dos raios da roda traseira. A quebra de 6 ou mais raios provoca instabilidade, com risco de acidente e lesões aos usuários, segundo comunicado da Yamaha.

O recall engloba a versão E, com numeração de chassis entre 9C6DG2510F0000101 e 9C6DG2510F0026300, e também a versão mais completa ED, de 9C6DG2520F0000101 a 9C6DG2520F0005600.

O conserto leva em média 1 hora. Os proprietários podem ligar para 0800 7743738, em horário comercial, para obter mais informações.

No pódio

Exclusiva para o mercado brasileiro, a XTZ 150 chegou às lojas em abril do ano passado e conseguiu o 3º lugar entre as mais vendidas da categoria (Trail/Fun), atrás apenas da líder disparada Honda NXR Bros 150 e da Honda XRE 300. Veja a avaliação do G1 sobre o modelo da Yamaha.

 

Fonte:http://g1.globo.com

Edição especial da Yamaha VMax tem itens em fibra de carbono

Versão refinada celebra as três décadas de lançamento do modelo; base mecânica permanece idêntica

 

Para comemorar os 30 anos da VMax, lançada em sua primeira versão em 1985, a Yamaha apresenta na Europa uma edição especial do modelo com itens em fibra de carbono. Tampas laterais, parte do tanque de combustível, rabeta, para-lamas são alguns dos componentes modificados, além do escape, agora Akrapovic.

A parte mecânica é a mesma, ou seja, um poderoso motor V4 de 1.679cc. São 200 cv de potência máxima a 9.000 rpm e 17 kgf.m de torque a 6.500 rpm.

Ainda não há informações oficiais sobre a oferta dessa série especial no Brasil. A versão tradicional, importada, custa no país R$ 99 mil.

 

Fonte:http://www.revistaduasrodas.com.br



 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Yamaha MT-07 chegará ao Brasil no próximo mês























Bicilíndrica de apelo urbano será vendida nas versões standard e ABS com preços a partir de R$ 26.990


A Yamaha anunciou mais um produto da família MT no Brasil. A marca começa a vender a partir de março a bicilíndrica MT-07, ampliando sua oferta de produtos na categoria naked. O modelo, cuja vocação é urbana, chega nas cores cinza, branca e vermelha por R$ 26.990 e R$ 28.490 na versão equipada com ABS – sem frete. E pretende produzir cerca de 450 unidades por mês da MT-07 nos primeiros meses.

Com a obrigatoriedade dos freios ABS prevista para a partir de 2016, a MT-07 já está capacitada a atender esta legislação. O sistema de freios é composto dois discos na dianteira, de 282 mm cada, e um disco na traseira, com 245 mm, oferecendo o ABS como opcional.


Posicionada abaixo da 4 cilindros XJ6 – que será oferecida apenas na versão com ABS –, a MT-07 vem para disputar espaço, sobretudo, com as também bicilíndricas Honda CB 500F e Kawasaki ER-6n. A nova Yamaha vem equipada com motor de 689cc, o qual alcança 74,8 cv a 9.000 rpm e torque de 6,9 kgf.m a 6.500 rpm para empurrar 179 kg e 182 kg (ABS) em ordem de marcha.

As suspensões contam com garfo convencional na dianteira, sem regulagem, enquanto o monoamortecedor traseiro é fixado por links de maneira horizontal e permite ajuste de pré-carga. Seu tanque de combustível pode levar até 14 litros.

O modelo será lançado junto a um plano de seguro com preço fixo, a exemplo do que fez a Honda com a CB 650F (leia aqui). A Yamaha Corretora de Seguros fechou parceria com a Cardif para oferecer um plano no valor de R$ 3 mil (estados de Rio de Janeiro e São Paulo), incluindo proteção contra roubo e furto, assistência 24 horas e instalação de rastreador Ituran.

  Abaixo o vídeo de apresentação do modelo:

 

 

 

Fontes: http://www.revistaduasrodas.com.br
  http://g1.globo.com

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Honda NC 750X será lançada em março com motor de 54,8 cv


Novidade ganhou mais potência e diminui consumo, segundo testes.
Preço ficou cerca de 5% maior ante a substituída NC 700X.


A Honda apresentou nesta quinta-feira (29) a nova NC 750X, que substitui a antiga NC 700X. De acordo com a empresa, o modelo começa a ser vendido nas lojas da empresa pelo país por R$ 28.990 (standard) e R$ 31.100 (ABS), ficando cerca de 5% mais cara.

A expectativa de vendas é de cerca de 2 mil unidades em ano, com 20% das unidades sem ABS e o restante , 80%, com ABS, ambas com as cores preto e branca disponíveis.

Em relação ao modelo anterior, a principal alteração está no motor, que ganhou mais cilindrada. O bicilíndrico passou de 670 cc de cilindrada, para 745 cc, ou seja, 75 cc. Segundo a fabricante, o foco das mudanças foi melhorar o consumo e performance.

"O torque ficou 8% maior e a potência 4% mais alta", disse Alfredo Guedes, diretor de assuntos institucionais da marca. A NC 750X alcança 54,8 cavalos de potência e 6,94 kgf de torque. "O limite de giros também foi aumentado, chegando próximo aos 7.000 rpm", explica Alfredo Guedes.

Consumo menor
 
Para mostrar as diferenças do novo modelo, a moto foi cedida ao Instituto Mauá, que realizou testes. Os resultados mostram um consumo urbano de 30,52 km/l, enquanto a NC 700X faz 27,3 km/l.
Na estrada, o gasto é praticamente o mesmo: 26,85 km/l, para 750, e 26,61 km/l, para a 700. A velocidade máxima subiu de 167,61 km/h para 174,7 km/h.


Painel alterado

Outra mudança ocorreu no painel, que ganhou indicador de marcha e novas funções , como consumo instantâneo e médio. O modelo segue com porta objetos, de 21 litros, no local onde fica normalmente o tanque. É possível levar um capacete integral ali.
Para obter este espaços, o tanque de combustível foi deslocado para baixo do assento. Por falar no banco, este teve textura alterada, para oferecer melhor aderência. Os pneus agora são iguais da CB 500X, com banda mais inclinada para facilitar as mudanças de direção.